Página Inicial

Espaço para Manifestação

A Cocada Coco de Roda
Arte e Artesanato
Bazilia Tricô e fuxico
Boi Caprichoso
Boi D´água
Boi do seu Teodoro
Catira Pesquisa e Dança
Cacuriá
Catira ou Cateretê
Cavalhadas Pirenópolis
Catira Feminina Goiano
Circo Laheto
Congo de Guerra
Claudia Bijuterias/tecidos
Criar & Animar
Dança do sul "Bailanta"
Diva Fibras, fios e tramas
De 4 no Ato
Folia do Divino
Fátima arte em Barro
Irani artesanato em palha
Jabuti-Bumbá
Jamile Dib Arte/Cabaças
Jongo de Piquete
Lenda/Caras do Curupira
Lua de Luanda Maracatu
Mamulengo
Marlene Bioajóias
Orquestra Viola Divina
Os Candangos
Power Dance
Rogério Brinquedos pop
Rute tricô bordado tecido
Sandra arte em prata
Sinval Gameleira/Luthier
Soledade Mosaico/objetos
Terno de Congo/Catalão
Tribo das Artes
Verônica Arte/Fibras

Postagens

Folia do Divino Em Olhos D'Água, município de...

A Cocada Grupo de Coco de Roda que resgata as...

ASSOCIAÇÃO FOLCLÓRICA BOI BUMBÁ CAPRICHOSO..

Espetáculo Folclórico premiado em todo o Brasil .

Grupo Catira Brasil A luzente cidade de Rio Cla...

Grupo de Dança do Sul "Namoro de Bailanta A ev...

Homenagem a Tião Carreiro. Uberaba/MG homenageou ...

Grupo Feminino de Catira "Tradição Goiana" Temos...

70º Feira de Trocas Esta Feira Não tem preço 30 de...

Show Cultural: Orquestra de Violeiros de Alexânia(...

Arte de Olhos D´Água Fátima é uma daquelas pesso...

Balé Popular Avelós O Balé Popular Avelós surgiu e...

MEMÓRIA VIVA Vida longa e digna aos Mestres da C...

Chapada recebe Festival de Música Instrumental...

FESTA DO FOLCLORE - ALMOÇO DIA 31 DE AGOSTO DE ...

 

 

 

 

 

Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar

 Educação a Distância

 

 

 

Lenda do Curupira

É um mito antigo no Brasil, já citado por José de Anchieta, em uma carta do  datada de 1560, Ele dizia: "Aqui há certos demônios, a que  os  índios chamam Curupira , que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes  açoites  e  ferindo-os  bastante ".  Os índios, para lhe
  agradar ,  deixavam  nas  clareiras , penas , esteiras  e cobertores.
   Ser  tipicamente  da  floresta ,  não aparecendo em áreas urbanas, o Curupira é um anão , cabelos compridos , ruivos, cuja característica principal são os pés virados para trás, ou seja, os calcanhares para frente. Este defeito lhe especialmente útil para uma de suas maldade
  prediletas: fazer pessoas perdidas na mata seguir-lhe as pegadas que, afinal ,  não  leva  a  lugar  nenhum.  Para  que  isso não aconteça, caçadores  e lenhadores costumam suborná-lo com iguarias deixadas em lugares  estratégicos.  O  Curupira ,  distraído  com tais oferendas, esquece-se de sua artes e deixa de dar suas pistas falsas e chamados enganosos ,  imitando  a  voz humana , para desviar os que estão na floresta no rumo certo.  Para atrair suas vítimas ,  ele , às  vezes chama  as  pessoas  com gritos que  imitam  a voz humana. É também chamado  de  Pai  ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios
Guaranis ele é o  Demômio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato.
                     (Lenda indígena / Bruxo-els)

As caras do Curupira

Minha foto
Ver imagem em tamanho grande Ver imagem em tamanho grande

É uma lenda de origem indígena. Também chamado de Caiçara, Pai ou Mãe-do-mato, quando se imagina ser uma entidade mulher.
Entre os índios Tupis-Guaranis, existia uma outra variedade de Curupira, chamada Anhanga, um ser maligno que causava doenças ou matava os índios. Há relatos de entidades semelhantes entre quase todos os indígenas das Américas Latina e Central.
Dizem que ele é um menino de cabelos vermelhos e com os pés virados para trás, para despistar quem quiser seguí-lo. Algumas pessoas descrevem o Curupira como um índiozinho montado em um porco selvagem, outros dizem que tem o corpo coberto por pêlos.
Ele cuida das animais da florestas, protegendo contra a devastação das florestas e a caça de animais.
Quando entramos na mata e ouvimos barulhos estranhos pode ser ele.
Ele é tão rápido que muitas vezes ao passar pela mata, parece um vento forte.
Ao entrar numa mata deve-se levar uma oferenda para o Curupira, assim ao agradá-lo não se perderá na mata.
O Curupira tem o poder de ressuscitar qualquer animal morto sem sua permissão.
Os índios guaranis dizem que ele é o “ Demônio da Floresta”. Há relatos dos jesuítas, na época da colonização do Brasil, de que os índios temiam muito o Curupira.

Variação: Caipora
O nome Caipora vem do tupi e quer dizer morador do mato. Pode ser masculino ou feminino.
É uma entidade fantástica pertencente à mitologia tupi, representado de diferentes formas dependendo da região do Brasil.
Em alguns lugares dizem que tem forma de uma mulher unípede que anda aos saltos, em outros lugares dizem que é uma criança de cabeça grandíssima.
No Sul do Brasil é, em geral, apresentado como um gigante peludo dotado de enorme força física. Nos estados de outras regiões é representado como um pequeno índio, escuro, ágil, nu ou usando tanga, fumando cachimbo, doido por cachaça e por fumo. Aparece, às vezes, cavalgando um porco-do-mato enorme e agitando um galho de japecanga. Outras vezes está sempre seguido por um cachorro. Para alguns, trata-se de uma versão do Curupira, mas sem os pés voltados para trás.
Em todas as versões, porém, o Caipora é um protetor dos animais e da mata. Reina sobre os animais, e fez pactos com os caçadores: permite-lhes caçar, em troca de um pouco de cachaça e de fumo, mas castiga-os quando matam mais animais do que o combinado, ou filhotes e fêmeas com crias, quando caçam nas sextas-feiras ou quando não lhe dão o prometido. Vários poderes lhe são atribuídos: o de assobiar para enganar os caçadores; o de surrar os cachorros mateiros; e o de ressuscitar os animais mortos sem sua permissão, apavorando os caçadores. Quem encontra o Caipora fica sem sorte nos negócios ou em qualquer empreendimento, azarado.