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O Grupo Teatral de Quatro no Ato teve sua
formação em Julho de 1994, com
atores formados em conceituados cursos de Teatro e vindos de
importantes
montagens, com muita garra e vontade de expressar suas idéias,
atingindo metas, quebrando conceitos e fazendo da vontade uma
realidade. Em 1995, nasce o nosso primeiro espetáculo infantil,
“Zacatraz”. Após dois anos de sucesso trabalhando com este
espetáculo, repetimos a dose com a montagem de “João e Maria”.
Prosseguimos assim nossa incansável busca com mais dois
espetáculos em 1998, o adolescente “Caos na Fronteira” e
outro infantil, “Chapeuzinho Vermelho do Agreste”. Em 2000,
montamos a tragédia grega “Fedra”, de Jean Racine, participando
de alguns festivais pelo Brasil. Em 2001, caminhando com os
mesmos passos,
montamos outro espetáculo adulto, “Voyeur”, que faz uma análise
do caos humano nos relacionamentos amorosos, e o infantil “Eu
acredito em Papai Noel”. Em 2002, desenvolvemos “O sumiço dos
Ovos de
Páscoa” e “O Relógio e a Parede”, ambos dedicados ao público
infantil, e “A Farsa do Bumba-meu-boi”, concebido para a rua,
mas de fácil adaptação para os palcos. O ano de 2004, em que
completamos dez anos de trabalho, foi de muitos estudos e
pesquisas, culminando com a montagem do monólogo “Flor de
Cactos”. Em 2005, montamos o espetáculo de rua “A Menina do
Cabelo Pixaim”, ao mesmo tempo em que apresentamos e
participamos de festivais com nosso repertório, que julgamos ser
uma síntese de todas nossas experiências como atores e
seres humanos. Em 2006, buscando pesquisar contos tradicionais
da cultura popular brasileira através da literatura de cordel,
montamos um novo trabalho de rua, “Belele Balaio”, bebendo nas
fontes de Câmara Cascudo. Para 2007, vamos estrear a primeira
montagem no Rio de Janeiro do espetáculo adolescente “Chocolate,
Cravos e Espinhas”, buscando repetir a trajetória vitoriosa de
sua montagem no estado do Espírito Santo. Nossos trabalhos foram
elaborados para demonstrar a quê viemos,
e o porquê de lutarmos por nossos projetos e sonhos - certos de
que o amanhã sempre chega e que, ao chegar, estaremos
diferentes,
mas sempre impondo nossos conceitos e teses
para elevar cada vez mais a magia que é o Teatro. |