Página Inicial

Terapias alternativas

Acupuntura
Aromaterapia
Ayurveda
Cinesiologia
Cromoterapia
Feng Shui
Fisiognomonia
Fitoterapia
Florais de Bach
Geoterapia
Homeopatia
Iridologia
Macrobiótica
Medicina Chinesa
Medicina Oriental
Musicoterapia
Radiestesia

Vários

Conheça as Essências
Óleos Essenciais
Terapia Vidas Passadas

Criticas e Sugestões 

Adicionar ao Favoritos

Sitecurupira Página Inicial

No ar desde 25/03/2003

Copyright © Pénamídia
All rights reserved
Webmaster:

Pénamidia

 

 

 

 

 

 

Anúncio provido pelo BuscaPé

 

 

Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar

 Educação a Distância

 
 

 

Radiestesia

O radar das vibrações do corpo

Na natureza não existem forças isoladas, mas uma complexa rede de influências. Para conhecer a si mesmo, o homem precisa saber como o meio ambiente atua seu organismo e sua personalidade.

A existência de raios e radiações na natureza é um fato real. Podemos pensar nos raios do sol, em raios de calor, raios X, raios infravermelhos e ultravioleta, radiação de rádio e das televisões, raios de radares e raios cósmicos.

O corpo humano, pôr sua vez, é capaz de reagir á presença de certas energias, muitas vezes desconhecidas, emitida até mesmo pelo solo e subsolo. Esta capacidade, milenarmente explorada pôr intermédio de dois instrumentos- a varinha e o pêndulo- recebeu em 1919 a denominação de radiestesia. A palavra vem do latim radium (radiação) e do grego aesthesis (sensibilidade), ou seja, sensibilidade às radiações.

Desde os tempos mais remotos, o pêndulo é instrumento preferido dos rediestesistas, embora outros artefatos possam ser usados, como forquilhas (mais úteis na localização de águas), varetas e fios. Acredita-se que esses artefatos, em especial os tradicionais pêndulos, representam apenas extensões da própria sensibilidade do indivíduo, ou seja, são apenas veículos captadores de vibração.

A física moderna dispõe de instrumentos muitos precisos, verdadeiros micropêndulos acoplados a computadores sensíveis que hoje confirmam cientificamente a radiestasia dos antigos alquimistas.

Radiestesia: de magia a ciência

De certa forma, a história da radiestesia se confunde com a história da magia e, exatamente pôr esse motivo, torna-se difícil relacionar todas as utilizações da varinha com finalidades divinatórias (rabdomancia). Embora o documento mais antigo sobre a radiestesia refira-se ao século 23 a.C., é possível que essa arte já fosse conhecida em tempos ainda mais remotos, ligada ao florescimento das ciências em algumas civilizações desaparecidas.

Sabe-se que na Índia existiam “achadores de água” que se utilizavam de pêndulos ou forquilhas para encontrar mananciais subterrâneos. O antigo Egito e a Mesopotâmia possuíam magos e médicos capazes de localizar tumores, inflamações e até corpos estranhos em seus pacientes, tendo como recurso técnico apenas um pêndulo.

Astrólogos famosos aplicaram seus pêndulos sobre mapas militares e traçaram estratégias de guerra juntamente com generais. Entre os conquistadores que tiveram o privilégio de contar com esse tipo de ajuda estão Alexandre de Macedônia, Aníbal, Júlio César, Gengis Khan, Átila, Carlos V, o pirata Jacques Laffite, Napoleão Bonaparte, Luis XIV, Henrique VIII e Hitler.

A literatura esotérica aponta diversos grandes nomes da radiestesia, entre eles o alquimista suíço Paracelso (1493-1541), o médico austríaco Franz Mesmer (1734-1815), o cônsul romano Agripa (séc.V a.C.), o cinde de Cagliostro (1743-1795) e o famoso Abade Marmet. Alexis Marmet, já conhecido em sua época célebre como o “príncipe dos rediestesistas”, em 1919 descobriu a técnica para a localização de objetos a distância, a teleradistesia.

Radiações telúricas

Na área de medicina e de alquimia, muitos são os relatos de fatos e descobertas ligados a radiestesia e pêndulos. Conta-se que Paracelso utilizava um pêndulo especial para a seleção de seus remédios. Antigos tratados de magia citam alquimistas que eram chamados para o diagnóstico de doenças estranhas ou para determinar a natureza do solo em locais onde se pretendia erguer uma casa ou um hospital.

Antigamente dava grande importância às vibrações do solo, já que veios de água, falhas do terreno e as próprias emanações telúricas exercem muita influência sobre a saúde das pessoas. É por esse motivo que os médicos mais experientes sempre consigo um pêndulo, com o qual procuravam conhecer a casa e o terreno onde o doente se encontrava.

Na França, na Alemanha e na Escócia, desde tempos remotos existiam célebres praticantes dessa matéria. Ainda hoje existem volumosos- e curiosos- tratados sobre a natureza das vibrações favoráveis dos solos e maneira de conhecer e diagnosticar as condições do terreno.