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Artistas A B C D J G L M N P R S T V Casa Grande, Luciana Costa, Parabelo, Djubafedeá, Cangaço Urbano,Tribuzana, Matuto Moderno, Alberto Sales, Beto Dourah, Ana Salvagni,  Célia Porto, Jaime Ernest Dias, João Tomé,  Beirão, Paulo Freire, Paulo Tovar, Renio Quintas, Renato Matos

 

Rui de Carvalho
A trajetória de Rui de Carvalho começa com a participação no
coral da Pró-Arte no Rio de Janeiro. Grava o Lp “Enfieira” nos estúdios da Transamérica em dezembro de 1982 no Rio de Janeiro, com músicos consagrados como: Ruy Quaresma, Rildo Hora, Zeca do Trombone, Chiquinho do Acordeon, Tereza Quaresma, Luizão, Jorge Degas, Hélio Schiavo, Giancarlo Pareschi, Alzir Geller, Paschoal Perrota, José Alves, Arlindo Penteado, Alceu Reis e a participação especial de Fátima Flor e
do Vocal Céu da Boca.

Foi destaque entre os melhores discos daquele ano na opinião do crítico José Domingos Raffaelli do Jornal do Brasil. Foi também indicado para o troféu Chiquinha Gonzaga e convidado por Antonio Adolfo para fazer parte da Diretoria da Associação de Discos Independentes do Rio de Janeiro.
Realizou shows nos teatros Amazonas, Carlos Gomes, Ipanema, entre outros.

Participou do festival “Fábrica do Samba” em dezembro de 2002 com três músicas classificadas na primeira fase. Participa do Cd “Samba na UFRJ” junto com Dona Ivone Lara, Monarco e outros sambistas consagrados. Lança em 2003, o Cd “De Bar em Bar”, num show para um público com mais de mil pessoas, juntamente com Dóris Monteiro, com a participação dos músicos Reginaldo Ludo, Berreldi e Branca de Neve, no Salão Nobre do Tijuca Tênis Clube.
Entra na coletânea do Cd “O Tom do Leblon” lançado no Plataforma (Bar do Tom) e no Mistura Fina. Nos dias 27 e 28 de dezembro de 2002, numa iniciativa do jornalista Alfredo Herkenhoff e do músico Renato Piau, o Cd “O Tom do Leblon” foi lançado com ampla cobertura de O Globo e do Jornal do Brasil. O show contou com a presença de artistas que participaram do Cd: Macalé, Dulce Quental, Elza Maria, Dalmo Castello, Renato Piau, Alfredo Karam, Rui de Carvalho, Tavinho Paes, Chico Caruso, Arnaldo Brandão, Arthur Poerner, Walter Queiroz, entre outros.

No comentário do jornalista Alfredo Herkenhoff, o CD “O Tom do
Leblon” abriga pérolas que só colecionadores têm. Fonogramas
de discos perdidos, não nascidos ou fora de catálogo, além de canções
e versões inéditas recém-gravadas. Com desenho de Chico Caruso na capa, o Cd abrange um repertório randômico, estocástico. Os artistas escolheram o que convinha incluir, dentro da idéia de que tudo teria ritmo e alegria.
Em 20 faixas, oito sambas. E ainda uma mescla de gêneros, mas quase
tudo dançante.
Em 2004 Rui de Carvalho e Banda, cantam Noel e João Nogueira no Espaço Cultural da Lapa.

Em 2005 as músicas “Enfieira” e “Lenda do Pirajurú” do primeiro Lp, fazem
parte do musical ECO SHOW – O CANTO DAS CRIATURAS do coreógrafo
Ciro Barcellos que estréia no teatro Villa Lobos no Rio de Janeiro.
 

 



No final de 2005, lança seu novo CD NÃO É PECADO SAMBAR,
com 13 sambas. Vale destacar as músicas Brasileiríssima e Vamp Samba.

Em 2005 participa com produtor e compositor do CD de Márcia Richards que canta na Europa.

 

O “AMOR VIRTUAL” DE RUI DE RUI DE CARVALHO O compositor Rui de Carvalho lança o seu segundo trabalho: O CD “De Bar em Bar”, que vem provocando uma avalanche de acesso à Internet. A música “Amor Virtual”, que foi colocada como uma espécie de “isca” num site, e acabou batendo recordes de acesso.      “De Bar em Bar” é dedicado aos amantes, inclusive os da Internet, com composições inéditas - disse, por telefone, Rui de Carvalho ao Em Tempo.      O arranjo da música “Amor Virtual” e a direção de estúdio tem a assinatura de Júlio Costa, autor da música de abertura do programa Sem Censura. O projeto gráfico é de Marciso "Pena" Carvalho e os arranjos das músicas que irão completar o CD, são de Reginaldo Ludo e Flávio Pereira.      Rui já merecia seu lugar ao sol. Ninguém, por mais insensível que possa ser, pode ficar indiferente à riqueza de suas letras e ao deslizar suave de sua música. No LP “Enfieira”, indicado como um dos melhores trabalhos musicais de 1982 pelo crítico José Domingos Raffaelli, do Jornal do Brasil, apresenta prova desse potencial. 


Em 2007 participa do CD “Caminho das Águas” lançado pela a Fundação Roberto Marinho junto com Gilberto Gil, Guilherme Arantes, Sá & Guarabira, Xangai, Renato Teixeira, Pena Branca e Xavantinho, Teresa Cristina e Grupo Semente e Márcia Freitas.
 

 


Em 2008 Lança o
CD “NOEL ROSA POR RUI DE CARVALHO que merece destaque da mídia carioca..

UM CD À ALTURA DO MESTRE

Noel Rosa representa o clássico paradigma da música brasileira com estilo que para muitos pode parecer simples mais que apenas frisa o refinamento científico do samba carioca, onde a linguagem direta, sem rodeios, ou melhor, sem barroquismos, basicamente diferencia o samba carioca da maioria dos outros estilos musicais sejam estes brasileiros ou internacionais, onde se confundem poesia e eruditismo.

É nessa simplicidade de Rosa que precisa ser levada ao palco e não pode ser esquecida. Afinal, como dizia o próprio Noel: “A música é uma forma de oração”. Assim, ela deve ser simples, coerente, harmoniosa e direta para que os seus conceitos possam ser melhor assimilados. Por isso, ele fez o samba descer do morro para o asfalto.

A real interpretação do samba, principalmente em se tratando de Noel Rosa, deve ser feita com muito suingue e muita malemolência e também deve ser capaz de passar a impressão do bom malandro ou boêmio, que na concepção carioca são sinônimos e Rui de Carvalho exibe com brilhantismo em um timbre de voz misto, entre João Nogueira e Agepê. É o que nos passa essa gostosa impressão, mesmo não sendo Rui um carioca de nascimento.

ARRANJOS QUE ENRIQUECEM AINDA MAIS O CD

O Arranjo feito por Flávio Pereira à base de violão, tamborim e ganzá é outro destaque extraordinário, porque demonstra muito bem a forma de apresentação das músicas nos bares cariocas, ao tempo de Noel, muitas vezes apenas feitas com um violão e uma caixinha de fósforo. As músicas do trabalho buscam fugir do melancolismo e flertam até com a bossa nova em algumas faixas.

Também a forma coloquial com que as músicas são apresentadas e a firme na interpretação mostram a grandeza do intérprete, capaz de exaltar com muita elegância toda a graça que há por trás de músicas como: “Gago Apaixonado” e “Conversa de Botequim”; assim como mostra todo o romantismo sublime em faixas como: “Três Apitos” e “Fita amarela”. Rui ainda consegue um misto de alegria e tristeza na música “Feitio de Oração”, caracterizando bem a idéia de alegria numa triste melodia. Ou seja: Coisa de gente grande!
Sem perfeccionismo sugiro apenas a inclusão de um surdo-pedal em algum momento, porque a marcação do surdo é que dá ao povo a vontade de dançar, guiando-lhe os pés no samba e como o arranjo, talvez até em virtude de seu propósito, tenha ficado um pouco leve, o que deixou a impressão de ser uma obra apenas para ouvir. Mas o povo também quer sambar!

Fico apenas triste em ter quer dizer o meu “Último Desejo” na crítica: Confesso ter sentido falta de outras obras (Que me perdoem por esta brincadeira com o título de música). Contudo, quero que este seja visto de forma positiva no sentido de que o trabalho realizado por Rui de Carvalho e Flávio Pereira, está realmente belo e rico. O que fica em nossas mentes, ouvindo este cd do gênio mítico Noel Rosa, é que ele tem que ser visto pelos mais jovens como um artista fundamental para as nossas raízes e que eles possam ter conhecimento total de sua influência dentro do samba ou, como quiserem, da música brasileira, semelhante à camoniana na nossa literatura clássica.

Por: Ubiratan Marques (músico e sambista) / Colaborou: Cadhu Cardoso (jornalista)
SITE CADHU CARDOSO – FALANDO MÚSICA - www.cadhucardoso.com



Além de Compositor e Interprete, Rui de Carvalho é Designer Gráfico, autor de vários projetos importantes e também Artista Plástico, com mais de 20 exposições individuais e 10 coletivas, com exposições realizadas no Brasil, Alemanha e Portugal.



FICHA TÉCNICA
Produtor fonográfico: RUI DE CARVALHO
Direção musical: RUY QUARESMA
Arranjos e regência: RUY QUARESMA
Técnico de gravação: RAFAEL AZULAY
Assistente de gravação: BILLY
Mixagem: RAFAEL AZULAY e RUY QUARESMA
Corte: AMÉRICO
Gravação: ESTUDIO TRANSAMÉRICA - (Dezembro 1982)
Projeto gráfico do LP: EDNA MADUREIA E RUI DE CARVALHO
Ilustrações: EDNA MADUREIRA


MÚSICOS
Piano: DARCY DE PAULO
Baixos: LUIZÃO e JORGE DEGAS
Guitarra, violão e viola de 12: ZÉ CARLOS
Violão: RUY QUARESMA
Violinos: GIANCARLO PARESCHI, ALZIK GÉLLER,
PASCHOAL PERROTTA e JOSÉ ALVES
Viola: ARLINDO PENTEADO
Cello: ALCEU REIS
Acordeon: CHIQUINHO DO ACORDEON
Harmônica: RILDO HORA
Trombone: ZECA DO TROMBONE
Sax-alto e flautas: VICTOR NETO e TEREZA QUARESMA
Bateria: HÉLIO SCHIAVO
Percussão: PENINHA e OVÍDIO BRITO
Participação especial na faixa Enfieira: VOCAL CÉU DA BOCA
Arranjo vocal na faixa Enfieira: CHICO ADNET
Coro: LOALWA, NEILA, TEREZA QUARESMA, FÁTIMA FLOR
e RUY QUARESMA
Participação especial na faixa Vento Mudo: FÁTIMA FLOR
Efeitos especiais: RAFAEL AZULAY


INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS
CERTA VEZ ROGER BASTIDE ESCREVEU QUE O HOMEM AMAZÔNICO VIVE EM DRAMÁTICO CONFLITO DE IDENTIDADE. QUER NEGAR, SEM CONSEGUIR, O INDÍGENA QUE MORA DENTRO DE SÍ. E, AO MESMO TEMPO, QUER SE TRANSFORMAR NO COLONIZADOR, TAMBÉM SEM CONSEGUIR. NÃO É COLONIZADO NEM COLONIZADOR. É UM SER DE IDENTIDADE DESLIZANTE, MARCADO POR SÉCULOS DE VIOLÊNCIA...  

FOI, PORTANTO, COM ENORME PRAZER QUE DESCOBRI AQUI NO RIO DE JANEIRO, UM ARTISTA QUE SENTE ORGULHO DE SUA IDENTIDADE. RUI DE CARVALHO. INICIALMENTE DESCOBRI O CANTOR E COMPOSITOR DE MELODIAS BEM ACABADAS. MELODIAS QUE CONSEGUEM DIALOGAR COM O NOSSO MAIS CRIATIVO MELODISTA, TOM JOBIM. OUÇA-SE “ANGELA” E SE PERCEBERÁ MELHOR DO QUE ESTOU FALANDO. RUI DE CARVALHO É TAMBÉM UM CANTOR DE PRECISÃO RIGOROSA. OUVI VÁRIAS VEZES SEU DISCO, LEVEI-O PARA SÃO PAULO, ONDE UM AMIGO O RODOU NUM PROGRAMA DE MÚSICA INDEPENDENTE NA RÁDIO DA USP E CONTINUO OUVINDO DE VEZ EM QUANDO SOBRETUDO O “VENTO MUDO” CANÇÃO QUE ME CENCEDEU A SURPRESA ADICIONAL DE CONHECER O VERSO DE BRUNO LIBERATI. JÁ LHE ADMIRAVA O TRAÇO MELANCÒLICO COM QUE DESENHOU O RETRATO DE WALTER BENJAMIN NUM DE MEUS ARTIGOS PUBLICADOS NO JORNAL DO BRASIL. MAS FOI MESMO UMA SURPRESA LER A MESMA ANGÚSTIA NA CANÇÃO SUICIDA DE “VENTO MUDO”, QUE PARECE ESCRITA PARA ANA CRISTINA CÉSAR E PARA TODOS NÓS. OU LER VERSOS ASSIM: COMO UM VIRA-LATA, VAGANDO NAS RUAS VOU ROENDO OSSO CAVANDO ESSE FOSSO.    



MIDIA
"Dos independentes em 1983, entre os destaques está o LP ENFIEIRA, do excelente cantor/compositor Rui de Carvalho..."
José Domingos Raffaelli
JORNAL DO BRASIL
 
"Aí está um cantor que merece nosso aplauso, apresentando um disco digno de figurar nas melhores discotecas de música popular brasileira. Rui de Carvalho
é um artista autêntico, pois para fazer arte não precisa das muletas da sórdida politicagem ou da licenciosidade mais repugnante. Em ENFIEIRA temos arte pura..."
José Ignácio Soares
ATUALIDADES

"Inventar falsos astros e estrelas da canção e deixar num ostracismo absurdo cantores e compositores rigorosamente categóricos, como Rui de Carvalho, é desperdiçar dinheiro. ENFIEIRA é um trabalho genial de Rui de Carvalho..."
Tuninho
JORNAL DA TARDE 

“ENFIEIRA mereceu atenção da crítica especializada, convidada para participar da escolha do Troféu Chiquinha Gonzaga” Associação dos Produtores Independentes do Rio de Janeiro   “ENFIEIRA, primeiro disco de Rui de Carvalho, chega como uma das grandes promessas musicais do ano” REVISTA DOMINGO/JB   “Em ENFIEIRA, Rui de Carvalho mostra seu talento como compositor e cantor, abrindo novos caminhos para a MPB” Mário Adolfo A CRÍTICA
 

   ENFIEIRA Paulo Levita e Rui Carvalho

CONTATO COM RUI DE CARVALHO
Tel: (21) 2208-8139 - Cel: 9511-0420 - rui1210@brturbo.om.br

NOEL ROSA POR RUI DE CARVALHO www.myspace.com/ruidecarvalho

OUTROS CDS DE RUI DE CARVALHO
http://ruid1949.musicblog.com.br
DESIGN E PINTURAS DE RUI DE CARVALHO http://www.flickr.com/photos/13601090@N06/