Parque Estadual Terra Ronca
Fotos:
Antonio Nunes
O Parque Estadual Terra Ronca é um dos
maiores sítios de cavernas da América
Latina, composto também por cachoeiras e uma
formação de morros, esculpido pelos ventos e
pelas águas. Está localizado nas cidades de
São Domingos, Posse e Guarani de Goiás. Os lugares
mais visitados são o Morro do Moleque, a
Caverna Terra Ronca e a Caverna da Angélica.
O
maior atrativo turístico do Parque Estadual de Terra Ronca
são, sem dúvidas, as grutas e cavernas, que atraem
espeleólogos, turistas, aventureiros e curiosos de toda
parte para conhecer as belezas naturais, os rios de águas
cristalinas, que formam lagos subterrâneos, e os enormes
salões internos das cavernas, ricos em minerais, e as
formações rochosas, formadas pelas belas e expressivas
estalactites e estalagmites. A diversidade biológica do
parque é enorme, Dentro das cavernas, a fauna é única, são
encontrados peixes, da família do bagre com características
morfológicas e fisiológicas próprias, como atrofia dos
órgãos de visão, despigmentação e outras, que representam
não apenas curiosidades vivas de uma fauna ameaçada de
extinção, mas um patrimônio genético inigualável para
estudos sobre a evolução biológica das espécies. A região é
ainda muito bem servida por rios, dos quais cinco pertencem
à bacia do Paranã e formam um dos mais belos e
significativos conjuntos geoespeleológicos do mundo, alguns
inclusive sumindo dentro das cavernas.
O
Parque Estadual de Terra Ronca foi criado pela Lei n.º
10.879, de 7 de julho de 1989 e teve sua área e limites
estabelecidos pelo Decreto n.º 4.700, de 21 de agosto de
1996, abrangendo o município de São Domingos. Ao redor deste
parque e para garantir melhor sustentabilidade a ele, foi
criada a área de proteção ambiental (APA) da Serra Geral,
pelo Decreto n.º 4.666, de 16 de abril de 1996. As áreas
destas duas unidades de conservação, de uso restrito e
atividades regularmente monitoradas e fiscalizadas pela
Agência Goiana de Meio Ambiente e Recursos Naturais, são
respectivamente 57.018 hectares e 40 mil ha. A implantação
do Parque e da APA tem como principal objetivo proteger todo
o complexo natural da região, composto por inúmeras cavernas
cobertas por um rico sistema de espeleotemas, as nascentes e
as encostas de rios de águas límpidas que correm dentro e
fora das grutas, além da diversificada fauna e flora, que
oferecem um espetáculo a parte, pela inumerável vastidão de
espécies, algumas inclusive endêmicas. A região do parque
insere-se no domínio morfológico do Planalto Central
Brasileiro, a noroeste de Goiás, na divisa com o estado da
Bahia.
Caverna
Terra Ronca
Recebe esse nome pelo barulho produzido
pelas águas que “roncam” dentro da caverna.
Seus salões monumentais surgiram a partir de
atividades sísmicas há milhões de anos.

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Posse - GO:
Partindo de Brasília siga na direção Norte para
o estado da Bahia, pegue a BR020 que passa
em Formosa, A
cidade fica a 400 Km de Brasília.
É preciso contar com a
devida orientação de um guia e equipamentos
adequados.
O volume do rio Terra
Ronca sobe cerca de 3m em dias de chuva.
Na chegada da Caverna
Terra Ronca tem o Camping do Ramiro com uma boa
infra-estrutura para receber os visitantes sem
contar que o Ramiro é o guia mais indicado para
levá-lo com segurança aos mais belos e importantes
lugares do Parque Estadual Terra Ronca uma aventura
inesquecível vale a pena conferir!.
Camping do Ramiro
Fones:
62 9666-2767
Recados:
62 3439-6023
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Caverna Terra Ronca
Salões
com até 150 mil m²,
com abóbadas de chegando à 100mt de altura,
No passado, Terra
Ronca sofreu um desabamento que
dividiu em duas partes. O
primeiro salão, onde há uma formação que
se parece com um altar, de
aproximadamente 760 m de extensão e 100
m de altura, fica à margem da estrada
que liga a cidade de Posse a São
Domingos, sendo o mais conhecido e
visitado. O segundo, chamado Terra Ronca
2, ou Malhada, também tem proporções
gigantescas e beleza impressionante.
Possui duas clarabóias: o “Buraco das
Araras" e o "Salão dos Namorados". São
ricamente ornamentadas por estalactites,
estalagmites e outras formações. Em seu
interior, imensas dunas subterrâneas são
cortadas pelo rio. Para atravessá-la,
(fonte Agência
Ambiental de Goiás)