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CHAPADA DAS MESAS
História e Cultura
Os primeiros sinais dos colonizadores brancos que vieram em expedições para
capturar índios que seriam usados na tentativa de descobrir ouro. No ano de 1625
vieram os jesuítas, mas o primeiro lugarejo só foi fundado em 1809. Em 1832, os
habitantes emigraram em quase sua totalidade para o povoado a dezesseis
quilômetros abaixo da foz do rio, onde está hoje situada.
A cidade de Carolina foi elevada à categoria de município em 8 de julho de 1859,
há 146 anos.
A Chapada das Mesas tem como cultura na cidade o artesanato, escritores,
monumentos, igrejas, o obelisco da Independência, entre muitas outros itens
culturais. O artesanato é uma das grandes culturas locais, graças à colonização
indígena que a cidade sofreu durante a sua colonização.
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Chapadões
Foto: Governo do Maranhão |
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Cachoeira
Foto: Governo do Maranhão |
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Municípios deste destino
Carolina, Estreito, Riachão
Como chegar
Para aqueles que vêm para a cidade de carro próprio o acesso pode ser feito
facilmente através da BR-230 que liga a cidade de Riachão a Carolina. A segunda
seria através da rodovia que liga a cidade Araguaína a de Filadélfia.
A travessia do rio Tocantins pode ser feita através de embarcações apropriadas,
trajeto muito mais curto para quem vai pela Belém-Brasília. A terceira entrada é
feita através da BR-010 que liga a cidade de Carolina a cidade de Estreito. Esta
é a principal entrada da cidade para turistas das regiões Sul e Sudeste.
Distância das principais capitais
Brasília: 284 KM
Goiânia: 1316 KM
Cuiabá: 2255 KM
Boa Vista: 5618 KM
São Luís: 897 KM
Natal: 1622 KM
Salvador: 1627 KM
Rio de Janeiro: 2628 KM
São Paulo: 2216 KM
Belo Horizonte: 2010 KM
Porto Alegre: 3206 KM
Dados GPS
Latitude: 07:19:58 (Sul)
Longitude: 47:28:10 (Oeste)
Preservação do Meio Ambiente
Preservar o meio ambiente é fundamental para a existência do ecoturismo. Veja
abaixo algumas dicas para você fazer a sua parte.
O uso dos caminhos
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Sair em grupos pequenos. Os grupos grandes geram maior impacto que
vários pequenos separados entre si.
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Caminhar em fila sem sair do caminho. Caminhar disperso usando a borda
do caminho, aumenta a erosão.
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Evitar caminhar sobre solo molhado. O solo carregado de água é mais
suscetível à deterioração.
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Não caminhar com mascotes como cães ou gatos. Eles podem alterar a fauna
local.
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Manter baixo o nível de ruído. Os ruídos estranhos, alteram o
comportamento da fauna e atrapalham pedidos de socorro. Melhore a qualidade
da sua experiência na natureza.
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Não cortar caminho nas curvas de nível. Andar por linhas de máxima
pendente produz um alto grau de erosão do solo.
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Fazer os descansos fora da picada e em lugares com pouca vegetação.
Fazer os descansos sobre a picada obriga a outros caminhantes, a sair da
mesma para passar pelo lugar.
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Traga todo o lixo produzido de volta, separando e destinando a um lugar
onde possa ser reciclado.
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Em hipótese alguma abra novos caminhos, dê o direito ao próximo de estar
em um local sem interferência. Todos os cumes da serra já foram subidos, não
seja apenas mais um, mas sim aquele que foi gostou e não causou impacto. NÃO
CORTE A VEGETAÇÃO
Em zonas de acampamento
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Acampar em lugares permitidos e em zonas livres muito freqüentadas, em
lugares bem compactados.
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Em lugares pouco freqüentados só acampar em locais livres de vegetação.
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Nunca acampar em lugares ligeiramente compactados.
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Sempre que possível faça bivaque.
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Usar fogareiro em lugar de fogo.
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Eleger um lugar suficientemente grande para o grupo.
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Não construir estruturas de nenhum tipo.
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Em zonas de acampamento usar calçado de sola macia como sapatilhas ou
alpargatas.
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Evitar o pisoteio de vegetação.
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Lavar panelas, pratos e roupas somente com sabão branco e longe dos
córregos de água, utilizando um recipiente.
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Usar os banheiros se existirem, na falta, ir ao banheiro a mais de 50
metros dos cursos de água e enterrar os dejetos pelo menos um palmo.
Em zonas onde não existam picadas
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Dispersar as atividades e não caminhar em fila. Caminhar em fila onde
não existe picada, deteriora o solo.
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Eleger zonas de superfícies duráveis, como rocha, cascalho ou cursos de
rios.
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Eleger as zonas de acampamento em locais duráveis, livres de vegetação.
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Dispersar as atividades quando se acampa.
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Eliminar todas as evidências de acampamento antes de deixar o local.
Fonte: COSMO |