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Gelatina de Peixe (60 cáps)
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Educação a Distância

 

 

 

O Sitecurupira, abre este espaço para a expressão literária se manifestar Um ponto um conto foi o nome escolhido para dar a quem se interessa por literatura seja autor ou leitor um lugar onde possa ter acesso a produção que tentaremos na medida do possível trazer para você.

Com as Mãos                                                                                                                              Luís Abélard

A Athena, uma chancela BABEL, lançou no dia 23 de Setembro, pelas 18h30, na Livraria BABEL São Sebastião, em Lisboa, o livro «Com as Mãos - 24 artistas moçambicanos», de Luís Abélard. Veja mais...!

Ave, Cachaça!                             Nascimento, Vida, Reza & Glória

Este livro "Ave, Cachaça!" é uma mostra das rezas, da história, e do prazer que o povo brasileiro tem pela cachaça. Entre uma página e outra, a gente vai passando a leitura, embriagando-se de vontade de não acabar.
Nascida entre 1532 e 1548 no Brasil colonial, a cachaça se tornou objeto de prazer e de estudo. E todo bom estudioso do assunto, ao ler a Homenagem aos alambiqueiros, repara haver muita coisa que já sabe, mas que dá um grande prazer em ler e saber novamente.
Afinal, bebe-se "por gosto, por vício, por chic, por obrigação, para não fazer feio, para não desmanchar prazeres"... e dessa forma vai-se bebendo pela vida, dividindo o "tanto" de álcool a que se tem direito.
Se dividir direitinho, bebe-se até ficar 'véio'. Se não se cabe dividir, tem de parar antes de acabar seu tempo.
Com este livro tem de ser assim: consuma devargazinho, para o prazer durar muito, como uma boa cachaça.
 

Vasco Campos Torquato                                                                               Produtor, consumidor e degustador de cachaça em Minas Gerais.

As abonações que acompanham as rezas sintetizam dimensões da trajetória e da presença da cachaça em nossa história. Inicialmente, é dada a animais, e também, a indígenas e pretos escravos, como suplemento calórico para sustentá-los nos trabalhos rudes e na vida severa a que eram submetidos. Os donos do poder e do mando abasteciam-se de bebidas destiladas e fermentadas européias. É patente que o altíssimo preço do açúcar na Europa e a pequena produção dos engenhos (os menores, com 15 toneladas/ano; os maiores, com cerca de 100 toneladas/ano) obrigava a destinação do mel da cana apenas à produção de açúcar; dessa forma, durante muito tempo, a bebida deve ter sido apenas o resultado da simples fermentação; é incerto o período em que se passou à destilação da borra para obtenção de cachaça pura.
Com o passar do tempo e o aperfeiçoamento das milenares técnicas de destilação aplicadas à cana-de-açúcar, a cachaça, termo genérico que se aplica também à aguardente de cana, destilada do mel, aos poucos ganha relevância na economia e, assim, firma sua posição nas despensas e nas mesas dos variados estratos sociais da Colônia. Por volta de meados dos Setecentos, a cachaça já desfruta de sólida reputação como produto de exportação, que ameaçava as rendas dos exportadores portugueses e europeus de bebidas; como artigo nacional de consumo, que concorria com a bagaceira, aguardente de uva portuguesa, e outros destilados como o conhaque francês; e como moeda de troca para a compra de escravos na África.
A Corte Portuguesa proibiu por decreto a fabricação, tentou vetar por decreto o consumo, e, afinal, vencida, taxou a bebida, o que, aliás, aumentou suas rendas. Assim, em dois séculos, a cachaça caminhou do uso exclusivo como alimento e alento de animais e escravos a bebida de relevância na economia do país e presença na mesa de todos.

Francisco Villela                                                                            Escritor, editor autônomo e designer de livros-textos.

Todo mundo é muito bom, mas meu casaco sumiu
Indignação tornou-se uma palavra gasta. Corrupção caiu na vala comum das palavras desagradáveis, como se a corrupção, em si mesma, tivesse se tornado apenas desagradável - como aguentar o vizinho que ouve músicas que detestamos!
Aqui, José Garcia Caianno (Dedé, para os íntimos), no ardente motejo dos poetas, soletra as paisagens da devassidão política num obstinado grunhido, em meio à agridoce monotomia de nosso mundinho - para além das cyberfutilidades - de cyberfugacidades.
Neste folheto, de narrativa lúcida (com fumaças de cordel), e sob a inspiração do real, o cronista tira dos fatos concretos uma centelha surreal - mas universal. Descreve a trajetória do ex-governador do Distriro Federal, que foi preso e solto, humilhado e ofendido como um personagem de páginas policiais, objeto de manchetes e conversas de bar e de coletivos, em todo o país. Os noticiários chegavam-nos como pãezinhos recém-saídos do forno da nossa congênita falta de memória e de olfato político.
O bacana neste trabalho híbrido entre notícia e versão da notícia é que não dói de ler. Não se trata de um manifesto contra a pavorosa onda de desmandos que assola a cidade e o país (desde que cada um de nós se entende por gente), não é um ensaio libertário e nem se pretende um libelo revolucionário. è tão somente uma minúscula ode contemporânea dirigida aos desavisados "nós não vamos esquecer!".

Penitenciários recebem oficinas de leitura          

Projeto “Leitura nas prisões” chega esta semana a Catanduvas (PR) e depois segue para Mossoró (RN) e Campo Grande (MS). Veja mais...!

Bic Prado Poemas de um Livro Verde  

Este 1º livro surge a partir de temáticas ambientais, revelando momentos simples e cotidianos da cidade e do campo. Brasília tem este aspecto muito peculiar de cidade verde. Vários poemas procuram seus ritmos nas palavras, com pesquisa sonora e cognitiva que ligue o texto aos processos de percepção do leitor ouvinte. Para certos poemas foram criadas melodias, algumas inspiradas em embriões melódicos de aves silvestres. O trabalho da artista busca o envolvimento e a participação direta com o público e o compartilhar de idéias e reflexões sobre a vida. Ela desenvolve uma temática infantil, buscando valores de transmissão de conhecimento através da linguagem poética, pretendendo assim, desenvolver uma linguagem universal, que possa ser compreendida por várias gerações de leitores. Inspiração na arte musical de Brasília, no Choro, nas Danças de Roda ou simplesmente nas maravilhosas Árvores ancestrais da cidade e em seus habitantes.

Ler faz Crescer                                                                                                O Itaú sempre investiu em projetos direcionados ao desenvolvimento das crianças. Foi por isso que em 2006, lançou o Itaú Criança, fundamentado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com o objetivo de envolver mães, pais, educadores, poder público e toda sociedade na defesa e garantia desses direitos. Veja mais...!                      

Fazendo as pazes com a Terra — Qual o futuro da espécie e do planeta?
Sinopse:
No instante em que cresce a consciência pública mundial sobre o futuro do nosso planeta, este livro se sobressai como evento editorial de grande alcance para instigar ainda mais as reflexões sobre o futuro da espécie humana e da própria Terra. Organizada em duas partes, a obra examina temas centrais da questão ecológica mundial, desde os modelos de crescimento e desenvolvimento até questões de consumo supérfluo.

Centenário de Morte de Euclides da Cunha
Em comemoração ao centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, a Academia Brasileira de Letras presta homenagem a um dos maiores escritores e jornalistas do Brasil, envolvendo um grande ciclo de palestras, debates, entre outras homenagens, tendo como assunto o autor de "Os sertões".

Redes sociais digitais - a cognição conectiva do Twitter
Sinopse:
Compreender o conceito de redes é condição imprescindível para se dar conta das novas propriedades comunicacionais do Twitter. O inverso também é verdadeiro. A peculiaridade das características do Twitter traz atributos inesperados para se repensar a noção de redes. Assim, o que se tem aqui é um pequeno livro que pretende olhar de frente para algumas das questões magnas que as redes sociais estão trazendo à tona, questões que o Twitter exemplifica e deixa ver de modo agudo. Por isso, o Twitter funcionou neste livro como mirante privilegiado para pensar as questões teóricas, críticas e práticas que as redes digitais estão trazendo.

Retratos do Brasil Negro
Editora lança coleção de biografias sobre ícones da cultura afro brasileira
A coleção, que começa com as biografias de Nei Lopes, Sueli Carneiro e Abdias Nascimento, aborda a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.
A primeira da coleção Retratos do Brasil Negro, escrita pelo jornalista Oswaldo Faustino, é de Nei Lopes
.Veja mais!...

Para ser feliz no amor — Incluindo os sete princípios dos relacionamentos duradouros
Sinopse:
O relacionamento a dois é constituído de momentos maravilhosos e também de grandes desafios. Assegurar que os casais permaneçam unidos em saudável convívio através do tempo é o propósito deste livro, que oferece passagens bíblicas para meditação e valiosas sugestões sobre a importância do verdadeiro amor.

Este livro é uma contribuição para pais e educadores que enfrentam o desafio de sensibilizar e formar uma nova geração de cidadãos ambientais, críticos e participativos, estimulando, na escola e na comunidade, a ação concreta por um mundo melhor com a ajuda da criação dos Clubes de Amigos do Planeta.
O livro será especialmente marcante para crianças e jovens em idade escolar que vivem uma fase importante de construção e fortalecimento dos valores de cidadania ambiental, propiciando o acesso à práticas em causas ligadas ao bem comum e a serem desenvolvidas pelo menos uma vez por mês, possibilitando a multiplicação de ações concretas para a melhoria do meio ambiente na comunidade, valioso exercício de cidadania.

Título: Amigos do Planeta
Catálogo: Infantojuvenil
Assunto: Meio ambiente
Ano: 2008
Autor(a): Vilmar Sidnei Demamam Berna
Acabamento: brochura
Formato: 13,5 cm x 21 cm
Coleção: Paradidáticos
Número de páginas: 120
Editora: PAULUS
Edição: 1
Código de barras: 9788534928779
ISBN: 9788534928779

Lanzamiento de Libro: Invitación

LA PRESENTACIÓN DEL POEMA BILINGÜE LA BRASILIADA
de Nicolás Behr en traducción al español de Jesús J. Barquet

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Lançamento
Escolas & Hospício - ensaio sobre a educação e a construção da loucura
 Do professor Antônio da Costa Neto, pela Editora Kelps e Leart distribuidora.
Veja mais!...
 

Livros Lançamentos:
Mártir da Amazônia
Autor: Roseanne Murphy
Editora: PAULUS Veja mais!...
Para entender a comunicação
Autor: Ciro Marcondes Filho
Editora: PAULUS Veja mais!...
O pulsar da vida
Autor: Ciro Marcondes Filho
Editora: PAULUS Veja mais!...
Do ventre da terra o grito que vem da Amazônia
Autor: Valdecir Luiz Cordeiro
Editora: PAULUS Veja mais!...
Como ler um texto de filosofia
Autor: Antônio Joaquim Severino
Editora: PAULUS Veja mais!...
Revista Humanidades
Editora Unb
A revista Humanidades, neste número, destaca os duzentos anos da imprensa no Brasil.Veja mais!...

ABL lança segunda edição do Dicionário Escolar da Língua Portuguesa

Esgotada a primeira edição de 15 mil exemplares, o “Dicionário Escolar da Língua Portuguesa” da Academia Brasileira de Letras - realizado em parceria com  a Companhia Editora Nacional - terá sua segunda edição lançada nesta segunda-feira, dia 12. Resultado de três anos de trabalho das equipes técnicas do Setor de Lexicologia e Lexicografia da ABL, a obra reúne 33 mil verbetes, textos sobre a história da ABL, um  histórico da Língua Portuguesa e da formação do léxico português, além de orientação quanto à nova ortografia, corrigidos os pontos aparecidos na primeira edição em que ainda não havia orientação definitiva sobre as normas que vigoram desde 1º de janeiro. O Dicionário incorpora ainda um estudo sobre o verbo em Português  (paradigmas verbais e quadros da conjugação desses paradigmas), bem como um suplemento sobre o Acordo Ortográfico. O Dicionário, distribuído por 1.312 páginas, registra a divisão silábica das palavras, e sua ortoepia, fornece exemplos de uso, áreas de conhecimento, regionalismos e neologismos, locuções, remissões à conjugação verbal e flexão nominal e tabelas de conjugação de verbos.

Associação Cultural Tribo das Artes

Realizamos Saraus mensais em que são apresentadas diversas linguagens como Artes Plásticas, Artesanato, Teatro, Mamulengo, dança, poesia, música, fotografia, cinema, vídeo e o que mais pintar. Todos os organizadores e artistas abrem mão de receber cachê para que a arrecadação dos saraus seja destinada à publicação de nossa revista “Tribo das Artes”. Veja mais!..               

Recital de poesia matuta
poeta declamador Ruite Lima Música de raiz Carlinhos Piauí
Ruite lima Poeta declamador traz o espetáculo:
O passador de poesia.
Eu não sei fazer poesia,
Nunca escrevi um verso.
Ás vezes até que tento
Sou pego no contra-verso.
Mas poema levo a você
História, mil sonhos, talvez.
Uma vez até tentei
E botei a mão na pena
Faltou imaginação
A mente ficou pequena
Aí, comecei a declara
Versos de Alencar...
. Veja mais!...

T-BONE O PRIMEIRO AÇOUGUE CULTURAL DO MUNDO.

A Parada Cultural
O Açougue Cultural T-Bone promove também o projeto “Parada Cultural – Biblioteca Popular 24 horas”, biblioteca popular nos pontos de ônibus da Asa Norte, “Encontro com Escritores”, bate-papo com escritores de renome nacional e apresentação musical todas as quintas-feiras, no Açougue T-Bone.
Veja mais!...

Projeto Leitura Para Cidadania
A editora Paulus com o objetivo de consolidar o hábito da leitura como fator de desenvolvimento pessoal e social da comunidade, especialmente de crianças e jovens e contribuir para a valorização da escola pública como centro de desenvolvimento humano e acesso a bens socioculturais duráveis.
A Paulus criou o Leitura Para Cidadania um projeto que através da capacitação de professores e demais membros da comunidade escolar, realizar o Projeto de Vida de crianças e jovens, a partir do sucesso escolar.
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