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Povos Indígenas do Brasil

Tribo Caiapó/MT
Tribo Caiapó/PA
Waiana Apalai
Tribo Yanomami
Fotos André Dusek.

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POVOS INDÍGENAS

 

 

 

 

 

 

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 Educação a Distância

 
 

 

Território Indígena

Índios fecham sede da Funai em protesto contra extinção de postos do órgão
 
Índios de varias etnias fazem protesto na sede da Funai, pedindo a volta dos postos indígenas que foram fechados em vários estados Brasília - Cerca de 500 índios fecharam hoje (12) a sede da Fundação Nacional do Índio (Funai) Veja mais!..

CARTA ABERTA DA COMUNIDADE INDÍGENA TAPUYA DO SANTUÁRIO SAGRADO DOS PAJES/TERRA INDÍGENA BANANAL SOBRE OS TRATORES QUE COMEÇARAM O TERRORISMO DE DESTRUIÇAO ILEGAL SOBRE NOSSO TERRITÓRIO EM BRASÍLIA  Veja mais!
Afro-brasileiros e indígenas estão "atolados" na pobreza, diz alta-comissária da ONU Paula      Brasília - A alta-comissária da ONU para Direitos Humanos, Navanethem Pillay, cumprimenta o Capitão Potiguar, que apresentou relatório sobre a situação dos povos indígenas no Brasil Brasília - A alta-comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para Assuntos de Direitos Humanos, Veja mais!!
A  FARSA DO SETOR NOROESTE
A última grande reserva do Cerrado dentro da área tombada de Brasília já está sendo destruída e a comunidade indígena que cuida daquele local está sendo expulsa.Veja mais!!

Estive com os Guarani-Kaiowá, em Aty Guasu realizada de 13 a 17, na aldeia Yvy Katu, município de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul. A Aty Guasu reuniu cerca de 350 lideranças Guarani-Kaiowá e convidados – entre eles, lideranças Terena e pequena delegação Guarani da Bolívia; antropólogos, representantes da Funai, do Ministério Público e da Advocacia Geral da União, além da senadora Marina Silva e alguns devotados aliados. Cheguei a Ivy Katu no dia 13 e saí à noite do dia 16, depois de anunciada a decisão das lideranças naquela assembléia indígena.
É a construção dessa decisão que me sinto na obrigação de relatar, com extrema preocupação, à sociedade brasileira do século 21.
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PROJETO KRAHÔ
O Projeto de Etnodesenvolvimento Sustentado para a Sociedade Krahô, mais conhecido como Projeto Krahô, teve início em 1995 e, em 1998, recebeu o Prêmio de Gestão Pública e Cidadania, concedido pela Fundação Getúlio Vargas.

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Povos indígenas discutem melhor uso dos meios de comunicação
 
A índia Marleny Tzicap, da Guatemala, acessa o Portal Global Indígena durante o 2º Seminário Regional sobre Tecnologias da Informação e Comunicação
 O coordenador do 2º Seminário Regional Indígena sobre Tecnologia da Informação e Comunicação, Marcos Terena, disse que o Brasil ocupa posição estratégica na condução do trabalho de integração das nações indígenas, tanto pelo posicionamento geográfico quanto pela existência aqui de 230 etnias, com população estimada em meio milhão de índios.
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Acampamento Terra Livre 2009
Brasília - Representantes de várias etnias montam acampamento na Esplanada dos Ministérios para acompanhar a discussão sobre o novo Estatuto do Índio e sobre a demarcação e proteção de territórios indígenas.

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À comunidade brasileira e internacional,

Os povos indígenas do Brasil vêm sofrendo uma campanha de difamação internacional em diversos sites da internet por parte de entidades religiosas que atuam no país, que os acusam de praticar com regularidade atos cruéis contra suas crianças. Reclamações freqüentes das comunidades chegam até funcionários da Fundação Nacional do Índio sobre o desvio de crianças indígenas das aldeias e hospitais, ao nascer ou quando são levadas para receber tratamento médico, para serem supostamente salvas e abrigadas em lares adotivos ou em instituições administradas por essas entidades, que passam, então, a solicitar doações para seu sustento através do site http://apadrinhamento.atini.org/. Como contrapartida da soma recebida, a entidade oferece uma carta com fotografia e o histórico do "afilhado", transgredindo desta forma as garantias de inviolabilidade moral e preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças proporcionadas às crianças brasileiras pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. A freqüência das queixas de familiares de crianças indígenas retiradas do convívio dos pais e a presença em escolas do Distrito Federal de crianças indígenas de diversas origens que não falam português sugerem que são numerosas em todo o Brasil as adoções não devidamente justificadas ou legalizadas de crianças indígenas. Como parte dessa campanha difamatória, veicularam na página do YouTube http://www.youtube.com/ watch?v=st48Tdd9Sz4 o filme Children buried alive in the Amazon – HAKANI, que mostra o suposto enterramento de uma criança viva sem tornar explícito nesse site que se trata de atores indígenas remunerados para a encenação. A página web já foi acessada por centenas de milhares de espectadores e é duramente criticada por organizações de defesa dos Direitos Humanos, como Survival International, na sua página http://www.survival-international.org/informação/hakani. Tudo isso parece responder a um objetivo: passar uma lei no Congresso brasileiro que, invocando o propósito de "salvar as crianças", facilitará a intrusão no meio e no modo de vida indígena e a intervenção na intimidade do cotidiano das aldeias. A Lei, se aprovada, permitirá a vigilância direta e o acesso indiscriminado de pessoas estranhas em localidades até hoje bem preservadas do contato com os não índios, e abrirá caminho para a ação de destruição dos mais diversos aspectos da vida própria destes povos, incluindo seu reconhecido serviço de proteger o meio ambiente para o benefício de toda a Humanidade.
Por isso pedimos a todos aqueles que prezam o valor de um mundo plural, capaz de abrigar e proteger as mais diversas modalidades de existência, que adiram à petição protocolada na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados do Brasil por uma comitiva de lideranças indígenas no dia 17 de abril. O documento entregue aos parlamentares pode ser lido na página da PETITION ONLINE:
http://www.petitiononline.com/mod_perl/petition-sign.cgi?14GATOS

<http://www.petitiononline.com/mod_perl/petition-sign.cgi?14GATOS>
RITA LAURA SEGATO (Depto. de Antropologia, Universidade de Brasília e AGENDE – Ações em GÊnero)
CLAUDIA FRANCO (Instituto Etno-Ambiental e Multicultural Aldeia Verde/ IEMAV)
 

Distrito Federal firma acordo que introduz o ensino da cultura indígena na educação básica
Fonte:Agência Brasil
Foto:Peninha/Sitecurupira
Brasília - As secretarias de Educação e Cultura do Distrito Federal assinaram acordo de cooperação que prevê a introdução da cultura indígena na educação básica. A cerimônia ocorreu no Memorial dos Povos Indígenas (MPI), durante a abertura da programação da semana dedicada ao Dia do Índio, 19 de abril. Veja mais!

Semana dos Povos Indígenas abril/2009
Com os Povos: Fulni-ô (PE), Pnacararu (PE), Peresi Halit (MT) e Yawalapíti (MT)

Brasília - Abertura da Semana dos Povos Indígenas em comemoração ao Dia do Índio, no dia 19 de abril próximo.

A pira foi acesa pelo representante do povo Fulni-ô (PE), Xowlaka Veja mais!

Índio, todos os dias
Quem nunca ouviu falar no Curupira e no Saci? Nem conhece mandioca, guaraná, tapioca, ou nunca deitou numa rede? Esses são elementos da cultura indígena reconhecidos como parte da identidade nacional. Em 19 de abril comemora-se o Dia do Índio, mas há pouco o que festejar nos mais de 500 anos de contato. No Brasil, vivem mais de 500 mil índios em aldeias. São 220 etnias e 185 línguas diferentes. Mas a sociedade brasileira pouco compreende a realidade deles - por falta de informação ou preconceito. Veja mais!

Memorial dos Povos Indígenas
Projetado por Oscar Niemeyer em homenagem aos primeiros habitantes do pais, o Memorial dos povos Indígenas foi construído em 1987 em terreno doado pela Terracap e com recursos da Fundação Banco do Brasil. tem área construída de 2.984 m² , um espaço livre para exposições, um pequeno auditório e um pátio central (parcialmente coberto por uma laje concava acústica) para as apresentações indígenas. Veja mais!

 

No Brasil vivem mais de 620 mil indígenas de diversas etnias. Eles ocupam cerca de 13% do território brasileiro. A reportagem produzida pela TV NBR mostra os avanços e desafios das políticas para os povos originários do Brasil

História dos índios pode virar matéria na escola

Fonte Agência PlenarinhoIndio

Abacaxi, arapuca, arara, capim, catapora. Essas palavras são todas de origem indígena. Os índios tiveram e continuam tendo um papel muito importante na cultura brasileira, não é mesmo? Mas nas escolas do País, ainda estudamos pouco sobre a história dos índios. Então, o deputado Henrique Afonso, do PT do Acre, sugeriu a inclusão da matéria “História e Cultura dos Povos Indígenas Brasileiros” no nosso ensino básico.

Onde muda?

O Projeto de Lei (PL 2231/07), apresentado pelo deputado aqui na Câmara, propõe uma mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Há pouco tempo atrás, já foi incluída no ensino brasileiro a disciplina “História e Cultura Afro-Brasileira”, que determina o estudo da história dos negros brasileiros. O deputado quer fazer o mesmo com a história dos índios. "Devemos dar o mesmo destaque à história e cultura dos povos indígenas, e fazer com que cada cidadão conheça melhor as raízes dos povos indígenas e as tradições e lutas que marcam sua história", afirmou.

Andamento

Para que o projeto seja transformado em lei, ele precisa passar pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara.

O nosso amigo e professor Edu Coruja acha sempre legal esse tipo de iniciativa que possa fortalecer a história tupiniquim. Opa! Olha outra

Quem tem medo de formiga não mexe no formigueiro.

Cacique Raoni: os kayapós vão ficar bravos se a mineração invadir nossas terras

O cacique Raoni e outros líderes kayapó metyktire da Terra Indígena Capoto-Jarina (MT) protestam contra a mineração em Terras Indígenas, em carta endereçada ao presidente da Fundação Nacional do índio (Funai), Marcio Meira e ao Presidente Lula, e pedem respeito aos povos indígenas.. Saiba mais

Sons Indígenas

O Cântico das Crianças

Nhanerãmoit Karai Poty

Nhanderuvixa Tenondet

Poty

Nhanderuvixa Tenondet

Xondaro'i

O Guarani sempre teve um cântico. Geralmente um cântico que fala da cultura, da religião, da travessia da Terra Sem Male. Também fala dos pássaros. Esses cânticos representam para nós o cântico da paz. No casamento, tinha esse cântico das crianças. E, quando as crianças nascem, também tem o cântico.

Tudo tem significado para o Guarani. Por exemplo, o cântico da criança. Amanhecendo o dia, todas as crianças cantavam estes cânticos tradicionais que estão no CD. Os mais velhos ensinavam as crianças a cantar e explicavam qual é a importância, qual o significado daquele cântico.

Por exemplo, dos pássaros. Deus pôs cada um no seu lugar. Os pássaros são aves, são seres animais. Os pássaros não falam, mas têm o mesmo sentimento do ser humano. Eles têm chefe dos pássaros dentro da mata. Eles são como nós. Nós temos o pajé que é chefe espiritual dentro da nossa cultura. Os pássaros também têm.

Krenak
Os Borum, como se autodenominam os Krenak, vivem hoje em sua reserva, próxima ao município de Resplendor, às margens do Rio Doce. Ficaram conhecidos na história do Brasil como 'botocudos' ou Aimorés, desafiaram todas as iniciativas de pacificação, levando D. João VI a decretar contra eles, uma guerra de extermínio do sec. XIX. Mas a força e a tradição desse povo venceu todas as tentativas de fazê-los desaparecer e eles estão hoje cuidando de seu território, recuperando as matas e córregos devastados, cantando e dançando para seus ancestrais.

Etenhiritipá - Cantos da tradição Xavante.
O povo Xavante, como ficou conhecido pelos brancos, ou Auwe, como se autodenominam, vive há muito e muito tempo na região centro-oeste do Brasil, nos vastos e abertos campos do Cerrado. São parte desse mundo, desde o tempo da criação, aprendendo com seus ancestrais a arte de viver nesse lugar.
Tudo o que precisam para a vida está ali: a caça abundante, variedades de frutos e raízes, peixes, as folhas de palmeira para construir as casas e cestos, as árvores que dão bons arcos, flechas e bordunas, as plumas e cores das tintas naturais para a beleza do corpo e do espírito.

Todas as sementes
O provo Krahò habita no estado do Tocantins. Tem hoje uma população aproximada de 2 mil pessoas, distribuídas em 16 aldeias. Preserva a maior área contínua de "Cerrados" do Centro-Oeste brasileiro, medindo 320.000 hectares. O canto é a essência da cultura Krahò. Através dele, a natureza é reverenciada, a história do povo é contada e os sentimentos de alegria, melancolia e tristeza são externados. Canta-se só ou em grupos, durante as festas e rituais, durante os trabalhos comunitários, durante o dia, à noite e às madrugadas. O canto permeia a vida das pessoas e o cotidiano das aldeias. São centenas, talvez milhares de cantos.

Cantigas de Witi
Estas são as chamadas cantigas de Witi, que são entoadas nas casas de Witi, enquanto os Krahò esperam um determinado momento ritual, quando se enfeitam, quando se preparam para a corrida de toras, ou na preparação da comida da festa. Elas alegram esses momentos de espera e preparações. São músicas que geralmente contam feitos guerreiros do povo Krahò, a história do grupo, além de falar sobre animais e sobre a natureza.

Homãpani Ashaninka
Nós, Ashaninka, vivemos na terra há milhares de anos, sempre aprendendo com a natureza. É nela que estão nossos segredos; a floresta é nossa escola, onde os jovens se preparam para a vida adulta. Somos aproximadamente 60 mil na Amazônia peruana e mil na Amazônia brasileira. Somos do tronco lingüístico ARAWAK. No Brasil, estamos divididos em três terras: Rio Envira, Rio Breu e Rio Amônea, onde gravamos este CD e onde temos uma população de 450 pessoas que vieram de duas grandes famílias: Samuel Piyãco e Kamentsi, trazidos há um século pelos seus pais do Peru. Chegando ao Brasil foram usados como mão-de-obra pelos patrões brancos. Essa escravidão levou nosso povo a conhecer e praticar alguns costumes de trabalho, afetando um pouco a nossa cultura. Mas, com a nossa organização, conseguimos segurar a nossa cultura e nossos costumes até hoje.

O Canto das Montanhas

Kuayakivi

Mucará

Cantos da Tradição Xavante

Dú nhõre .1

Datsi'waiõ .11

Röwaho daprába .24

Howahou Dazarõnõ.31

Todas as sementes

Dueto de cabaças.1

Canção da festa da batata.4

Cantiga de Hõkrepôj .6

Brincadeiras no pátio .9

Cantiga de Wîtî .10

Cantiga do Kyiré .14

Cantiga do Pemp'kahàk .16

Homãpani Ashaninka

Katari .5

Kyaroa, Kyaroa,

Entatsi Õimi .7

Atotamate .9

Cantos e Danças da Aruana

Araúna .1

Akauã .2

Reiá Reiôa .3

Índios das tribos Caiabí, Krena Kore, Pataxó, Suyá, Xavante, Yanomami e Zoé, fotografados por André Dusek.

Ano III Nº 2 Maio/Junho 2006