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DST - Doenças Sexualmente Transmissíveis |
A Secretaria de Estado da Saúde de São
Paulo criou um fórum destinado aos profissionais de saúde para
discussão de casos de pacientes portadores de HIV com transtornos
mentais.
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III Mostra Nacional de Teatro sobre DST e AIDS
Abertas inscrições da Mostra de Teatro do Congresso de Prevenção
Está aberto o processo seletivo para a III Mostra Nacional de
Teatro sobre DST e AIDS a ser realizada durante o VIII Congresso Brasileiro
de Prevenção das DST e AIDS e o I Congresso Brasileiro de Prevenção das
Hepatites Virais. O prazo termina no próximo dia 22 de março. O teatro é uma
das manifestações culturais presentes no congresso para fortalecer a
comunicação com a população geral e com as populações mais vulneráveis. O
propósito é o de reunir espetáculos teatrais que apresentem abordagens
inovadoras e que estejam de acordo com a Política Nacional de DST, Aids e
Hepatites Virais.Veja mais! |
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VACINA
ANTI-HIV: MITO OU REALIDADE
Há pelo menos duas décadas, a busca de
uma vacina para a AIDS é um dos grandes objetivos da biomedicina. Até agora,
muito esforço foi feito, mas o avanço ainda é lento.
Mariza Morgado, chefe do
Laboratório de AIDS e Imunologia Molecular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz)
e atual vice-diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do
Instituto, discutiu os desafios no desenvolvimento de uma vacina anti-HIV
durante o Simpósio França Brasil, na Fiocruz.
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O que é transmissão vertical?
Denomina-se transmissão vertical do HIV a situação em que a criança é
infectada pelo vírus da AIDS durante a gestação, o parto ou por meio da
amamentação.
No entanto, a criança, filha de mãe infectada pelo HIV, tem a oportunidade
de não se infectar pelo HIV. Atualmente, existem medidas eficazes para
evitar o risco de transmissão, tais como: o diagnóstico precoce da gestante
infectada, o uso de drogas anti-retrovirais, o parto cesariano programado, a
suspensão do aleitamento materno, substituindo-o por leite artificial
(fórmula infantil) e outros alimentos, de acordo com a idade da criança.
Durante o pré-natal, toda gestante tem o direito e deve realizar o teste
HIV. Quanto mais precoce o diagnóstico da infecção pelo HIV na gestante,
maiores são as chances de evitar a transmissão para o bebê. O tratamento é
gratuito e está disponível no SUS.
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Sexo não tem idade. Proteção também não.
A Campanha do Dia Mundial de
Luta Contra a AIDS em 2008 tem como público-alvo a população heterossexual com
mais de 50 anos de idade. O foco são homens maduros das classes C e D.
Pessoas acima dos 50 anos são tema da campanha
do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Ação terá foco em homens
heterossexuais. No Carnaval será a vez das mulheres.
Homens acima dos 50 anos são tema da campanha do Ministério da Saúde para o
Dia Mundial de
Luta contra a AIDS deste ano, a ser lançada nesta terça-feira (25/11), em
Brasília, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Com o slogan “Sexo
não tem idade. Proteção também não”, serão abordados assuntos ligados à
sexualidade, como o uso do preservativo e dicas para melhorar a relação
sexual depois dos 50.
O filme com 30 segundos de duração se passa no “Clube dos Enta”, formado
apenas por homens acima dos 50 anos que têm orgulho da idade e experiência.
Os sócios rimam palavras terminadas com “enta”, relacionadas ao cotidiano da
faixa etária. E dizem que, para o sexo, nunca se aposentam.
Nas versões com 30 e 60 segundos, o clube ganha até hino cantado pelos
cinqüentões, sessentões e setentões. Um dos trechos da musica diz: “Enta,
enta, eeenta, a camisinha é a nossa ferramenta. Enta, enta, eeenta, as
mulheres nos apóiam e a coisa esquenta”.
Além do vídeo e do spot de rádio, foram produzidos cartazes, “folders” e
mobiliário urbano (outdoor e outras placas). Pela primeira vez, a arte do
material gráfico foi encaminhada para coordenações de DST e AIDS estaduais,
que ficaram responsáveis pela impressão das peças. A iniciativa faz parte da
descentralização das ações, por meio do repasse específico de verba para
ações de comunicação. Veja
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Para a maioria das pessoas,
falar de sexo é difícil e complicado. Pior ainda é falar de doenças
que se podem pegar no ato sexual. Entretanto,
só a informação e orientação adequadas possibilitam proteção para
essas doenças. Só
o diagnóstico e tratamento correto, nas fases iniciais, evitam o
aparecimento de muitas de suas
complicações. DST- Doenças Sexualmente
Transmissíveis. Nesse mundo de DST, as mulheres correm mais riscos porque caso elas tenham
DST a doenças não é exposta como no caso do homem, a doença se concentra no útero e no homem a doença é exposta diretamente no pênis, o que exige da mulher
consultas periódicas. As DSTs são doenças causadas por Vírus, bactérias ou outros micróbios
e transmitem-se principalmente por relações sexuais sem uso de preservativos. As DSts
são um grave problema de saúde pública, quando não diagnosticada a tempo e quando não tratada
a tempo a pessoa portadora poderá ter complicações de saúde e até mesmo a morte.
Algumas DST, quando em gestantes, podem provocar o abortamento ou o nascimento com
graves malformações. Cada DST tem um tipo de tratamento e só o profissional de saúde poderá avaliar a fazer essa indicação corretamente.
A melhor forma de prevenir a transmissão das DST é usar sempre e corretamente a camisinha em todas as relações sexuais;
- Não compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas; 
- No caso de necessitar receber uma transfusão de sangue, exija que ele seja testado para todas as doenças que podem ser
transmitidas pelo sangue.
A
Prevenção Posithiva é a prevenção voltada para as pessoas que vivem com
HIV/aids. A partir do tratamento, elas têm uma maior qualidade de vida, novas
perspectivas, o desejo de relacionar-se afetivamente, trabalhar, estudar, ter
filhos, enfim ter projetos de vida. Isso se tornou uma questão importante, não
só para essas pessoas, mas para toda a sociedade.
Daí a importância de
combater a discriminação, o preconceito e o estigma que envolve a doença por
meio do protagonismo das pessoas que vivem com HIV. Essa é a proposta para o Dia
Mundial de Luta Contra a Aids. Devemos destacar que é a primeira vez que
adotamos tal estratégia.
O 1° de dezembro é o momento político que irá colocar o tema viver com HIV e
aids, e suas conseqüências, na agenda da sociedade. Mas será apenas o começo de
uma série de ações de comunicação que, pretendemos, dará continuidade ao tema ao
longo de todo o próximo ano.
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Vírus
da Aids
Brasília - Desenvolvido há 13 anos pelo Instituto Oswaldo
Cruz (IOC/Fiocruz), em conjunto com a Universidade Federal Fluminense (UFF)
e a Fundação Ataulpho Paiva, um gel brasileiro a base de algas marinhas
para prevenção da aids está sendo testado na Inglaterra. Utilizado por
mulheres antes das relações sexuais, o gel microbicida está sendo avaliado
desde o início do mês no Saint George’s Medical School, de Londres,
instituição especializada em testes em tecidos da região genital feminina,
como a vagina e o colo do útero.
De acordo com a coordenadora do
Laboratório de Virologia da UFF, Isabel Paixão, os testes são feitos a
partir da técnica de explantes, que permite que tecidos humanos sejam
retirados e mantidos vivos em laboratório para a aplicação de substâncias.
Segundo ela, a tecnologia está sendo transferida e passará a ser utilizada
no Brasil ainda este ano, para o teste tanto do gel como de outros tipos
de substâncias de interesse médico.
“A grande contribuição da Inglaterra é que eles estão trazendo uma
técnica que nós não tínhamos, mas ela é simples e será facilmente
realizada no Brasil”, disse a pesquisadora responsável pelos estudos que
comprovaram o efeito das algas contra o HIV.
Encontrado em algas marinhas pardas não-tóxicas encontradas em
abundância no Atol das Rocas (RN), mas presentes em outros pontos do
litoral brasileiro, o agente químico que serve de matéria-prima para o gel
é capaz de inibir em até 95% a multiplicação do vírus da aids. A
substância foi isolada pela pesquisadora Valéria Teixeira (UFF) entre 1995
e 2000. A partir de então, as pesquisas passaram a envolver também
cientistas do Instituto Osvaldo Cruz e da Fundação Ataulpho de Paiva.
Ao mesmo tempo é avaliado em Londres, o gel começou a ser testado este
mês no Brasil em camundongos. De acordo com a pesquisadora da UFF, até
agora não foram encontrados efeitos tóxicos, repetindo resultados
anteriores alcançados em células humanas sangüíneas isoladas em
laboratório.
Para Paixão, a ausência de toxidade, o baixo custo de produção e a
autonomia que o produto pode dar às mulheres na prevenção à aids são as
principais vantagens do gel em estudo. “A maior importância [do gel]
é dar à mulher certa independência. Ela pode se prevenir mesmo se o homem
não quiser usar camisinha”, destacou.
Os testes que começaram este mês em Londres e prosseguem até o final
deste ano tanto na Inglaterra como no Brasil. Em caso de resultado
positivo, o gel poderá ser testado em mulheres a partir de 2009.
A estimativa da pesquisadora é que a fase clínica, de testes em
humanos, dure até dois anos, antes que o gel possa ser definitivamente
aprovado. Somente então, pode se pensar num processo de produção em
escala. A cientista alerta, no entanto, que o gel não substituirá o uso de
preservativos na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis,
já que sua ação protetora diz respeito apenas ao HIV.
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