AUTO
EXAME DAS MAMAS
Auto-Exame da Mama - Um Toque de Carinho
O Exame Clínico das Mamas (ECM)
Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode
detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame
Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações
técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.
A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade
entre 50 e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e
49 anos. A especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com
idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e
49 anos.
A Mamografia
A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção
precoce do câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase
inicial, muito pequenas (de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado
mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer
melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico.
O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o
exame clínico como exame adicional, o que torna difícil
distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada de
rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais
como: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido
mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas mais densas),
qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do
radiologista. A especificidade varia entre 82%, e 99% e é
igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a
mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico
com mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis
ao uso da mamografia como método de detecção precoce capaz de
reduzir a mortalidade por câncer de mama. As conclusões de
estudos de meta-análise demonstram que os benefícios do uso da
mamografia se referem, principalmente, a cerca de 30% de
diminuição da mortalidade em mulheres acima dos 50 anos, depois
de sete a nove anos de implementação de ações organizadas de
rastreamento.
O Autoexame das Mamas
O INCA não estimula o autoexame das mamas como estratégia
isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é
que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações
de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do
próprio corpo.
As
evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas não
é eficiente para o rastreamento e não contribui para a
redução da mortalidade por câncer de mama. Além
disso, o autoexame das mamas traz consigo conseqüências
negativas, como aumento do número de biópsias de lesões
benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente
negativos e impacto psicológico negativo nos exames
falsamente positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria
mulher não substitui o exame físico realizado por
profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado
para essa atividade.
O Exame Clínico das Mamas (ECM)
Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode
detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame
Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações
técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.
A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade
entre 50 e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e
49 anos. A especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com
idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e
49 anos.
A Mamografia
A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção
precoce do câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase
inicial, muito pequenas (de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado
mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer
melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico.
O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o
exame clínico como exame adicional, o que torna difícil
distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada de
rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais
como: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido
mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas mais densas),
qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do
radiologista. A especificidade varia entre 82%, e 99% e é
igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a
mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico
com mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis
ao uso da mamografia como método de detecção precoce capaz de
reduzir a mortalidade por câncer de mama. As conclusões de
estudos de meta-análise demonstram que os benefícios do uso da
mamografia se referem, principalmente, a cerca de 30% de
diminuição da mortalidade em mulheres acima dos 50 anos, depois
de sete a nove anos de implementação de ações organizadas de
rastreamento.
O Autoexame das Mamas
O INCA não estimula o autoexame das mamas como estratégia
isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é
que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações
de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do
próprio corpo.
As
evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas não
é eficiente para o rastreamento e não contribui para a
redução da mortalidade por câncer de mama. Além
disso, o autoexame das mamas traz consigo conseqüências
negativas, como aumento do número de biópsias de lesões
benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente
negativos e impacto psicológico negativo nos exames
falsamente positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria
mulher não substitui o exame físico realizado por
profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado
para essa atividade.
O Exame Clínico das Mamas (ECM)
Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode
detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame
Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações
técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.
A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade
entre 50 e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e
49 anos. A especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com
idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e
49 anos.
A Mamografia
A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção
precoce do câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase
inicial, muito pequenas (de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado
mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer
melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico.
O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o
exame clínico como exame adicional, o que torna difícil
distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada de
rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais
como: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido
mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas mais densas),
qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do
radiologista. A especificidade varia entre 82%, e 99% e é
igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a
mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico
com mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis
ao uso da mamografia como método de detecção precoce capaz de
reduzir a mortalidade por câncer de mama. As conclusões de
estudos de meta-análise demonstram que os benefícios do uso da
mamografia se referem, principalmente, a cerca de 30% de
diminuição da mortalidade em mulheres acima dos 50 anos, depois
de sete a nove anos de implementação de ações organizadas de
rastreamento.
O Autoexame das Mamas
O INCA não estimula o autoexame das mamas como estratégia
isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é
que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações
de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do
próprio corpo.
As
evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas não
é eficiente para o rastreamento e não contribui para a
redução da mortalidade por câncer de mama. Além
disso, o autoexame das mamas traz consigo conseqüências
negativas, como aumento do número de biópsias de lesões
benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente
negativos e impacto psicológico negativo nos exames
falsamente positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria
mulher não substitui o exame físico realizado por
profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado
para essa atividade.
Dando continuidade ao assunto sobre câncer de mama, hoje
veremos os exames clínicos e o autoexame de mama.
O Exame Clínico das Mamas (ECM)
Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode
detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame
Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações
técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.
A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade
entre 50 e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e
49 anos. A especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com
idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e
49 anos.
A Mamografia
A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção
precoce do câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase
inicial, muito pequenas (de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado
mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer
melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico.
O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o
exame clínico como exame adicional, o que torna difícil
distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada de
rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais
como: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido
mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas mais densas),
qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do
radiologista. A especificidade varia entre 82%, e 99% e é
igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a
mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico
com mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis
ao uso da mamografia como método de detecção precoce capaz de
reduzir a mortalidade por câncer de mama. As conclusões de
estudos de meta-análise demonstram que os benefícios do uso da
mamografia se referem, principalmente, a cerca de 30% de
diminuição da mortalidade em mulheres acima dos 50 anos, depois
de sete a nove anos de implementação de ações organizadas de
rastreamento.
O Autoexame das Mamas
O INCA não estimula o autoexame das mamas como estratégia
isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é
que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações
de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do
próprio corpo.
As
evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas não
é eficiente para o rastreamento e não contribui para a
redução da mortalidade por câncer de mama. Além
disso, o autoexame das mamas traz consigo conseqüências
negativas, como aumento do número de biópsias de lesões
benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente
negativos e impacto psicológico negativo nos exames
falsamente positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria
mulher não substitui o exame físico realizado por
profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado
para essa atividade.
Dando continuidade ao assunto sobre câncer de mama, hoje veremos os
exames clínicos e o autoexame de mama.
O Exame Clínico das Mamas (ECM)
Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode detectar
tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame Clínico das
Mamas deve ser realizado conforme as recomendações técnicas do Consenso
para Controle do Câncer de Mama.
A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade entre 50
e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e 49 anos. A
especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com idade entre 50 e 59 e
entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e 49 anos.
A Mamografia
A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção precoce do
câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas
(de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado mamógrafo.
Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e,
portanto, melhor capacidade de diagnóstico. O desconforto provocado é
discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o exame
clínico como exame adicional, o que torna difícil distinguir a
sensibilidade do método como estratégia isolada de rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais como:
tamanho e localização da lesão, densidade do tecido mamário (mulheres
mais jovens apresentam mamas mais densas), qualidade dos recursos
técnicos e habilidade de interpretação do radiologista. A especificidade
varia entre 82%, e 99% e é igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a
mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico com
mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis ao uso da
mamografia como método de detecção precoce capaz de reduzir a
mortalidade por câncer de mama. As conclusões de estudos de meta-análise
demonstram que os benefícios do uso da mamografia se referem,
principalmente, a cerca de 30% de diminuição da mortalidade em mulheres
acima dos 50 anos, depois de sete a nove anos de implementação de ações
organizadas de rastreamento.
O Autoexame das Mamas
O INCA não estimula o autoexame das mamas como estratégia isolada de
detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame das
mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde
que contemplem o conhecimento do próprio corpo.
As evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas não é
eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da
mortalidade por câncer de mama. Além disso, o autoexame das mamas traz
consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de
lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente
negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente
positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui
o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou
enfermeiro) qualificado para essa atividade.
Fonte: http://www.inca.gov.br/
Leia mais: http://deficienteciente.blogspot.com/2010/03/cancer-de-mama-exame-clinico-e.html#ixzz0hmFUbU5e
Under Creative Commons License: Attribution
Mastectomia é o nome da cirurgia de remoção completa da mama.
É um dos tipos de tratamento cirúrgico para o câncer de mama.
Existem muitos tipos de mastectomia são elas:
Mastectomia radical a
Halsted consiste na retirada da glândula mamária, associadas
à retirada dos músculos peitorais e a linfadenectomia axilar
completa. Atualmente é um procedimento incomum, devido à
alta morbidade a ela associada e a resultados bastante
satisfatórios de técnicas mais conservadoras (Chaves, 1999).
Mastectomia radical
modificada consiste na retirada da glândula mamária e na
linfadenectomia axilar, com preservação de um ou ambos os
músculos peitorais. Constitui o procedimento cirúrgico
realizado na maioria das pacientes com câncer de mama nos
estádios I, II e III. Este procedimento é indicado: na
presença de tumor acima de três cm, sem fixação à
musculatura; em pacientes com recidiva após tratamento
conservador; ou que apresentem qualquer condição que as
tornem inelegíveis ao tratamento conservador; e em pacientes
que não concordem com a preservação da mama (Franco, 1997;
Marchant, 1997). É denominada de mastectomia radical
modificada Patey, quando ocorre a preservação do músculo
grande peitoral. Quando os dois músculos peitorais são
preservados, é chamada mastectomia radical modificada Madden.
Mastectomia total simples:
consiste na retirada da glândula mamaria, incluindo o
complexo areolar e aponeurose do músculo peitoral. Os
linfonodos axilares são preservados. É indicada nos casos
de: carcinoma ductal in situ; recidiva após cirurgia
conservadora; lesões ulcerativas em pacientes com metástases
a distância onde o controle local promove melhor qualidade
de vida; pacientes idosas com risco cirúrgico elevado ou que
não possuem adenopatias axilares palpáveis ou evidência de
doença a distância; e em pacientes selecionadas para
tratamento profilático (Marchant, 1997).
Mastectomia subcutânea:
Consiste na retirada da glândula mamária, conservando os
músculos peitorais e suas aponeuroses, pele e complexo
aréolo-papilar. Por deixar tecido mamário residual com
possibilidade de alterações hiperplásicas e degeneração
maligna, seu uso é bastante questionado (Franco, 1997).
Segundo Marchant (1997) uma série de complicações são
associadas a este procedimento, incluindo hematoma e
subseqüente fibrose, não devendo ser empregado no tratamento
do câncer de mama. Como tratamento profilático, seus
resultados são inferiores ao da mastectomia simples.
Mastectomia é o nome da cirurgia de remoção completa da mama.
É um dos tipos de tratamento cirúrgico para o câncer de mama.
Existem muitos tipos de mastectomia são elas:
Mastectomia radical a
Halsted consiste na retirada da glândula mamária, associadas
à retirada dos músculos peitorais e a linfadenectomia axilar
completa. Atualmente é um procedimento incomum, devido à
alta morbidade a ela associada e a resultados bastante
satisfatórios de técnicas mais conservadoras (Chaves, 1999).
Mastectomia radical
modificada consiste na retirada da glândula mamária e na
linfadenectomia axilar, com preservação de um ou ambos os
músculos peitorais. Constitui o procedimento cirúrgico
realizado na maioria das pacientes com câncer de mama nos
estádios I, II e III. Este procedimento é indicado: na
presença de tumor acima de três cm, sem fixação à
musculatura; em pacientes com recidiva após tratamento
conservador; ou que apresentem qualquer condição que as
tornem inelegíveis ao tratamento conservador; e em pacientes
que não concordem com a preservação da mama (Franco, 1997;
Marchant, 1997). É denominada de mastectomia radical
modificada Patey, quando ocorre a preservação do músculo
grande peitoral. Quando os dois músculos peitorais são
preservados, é chamada mastectomia radical modificada Madden.
Mastectomia total simples:
consiste na retirada da glândula mamaria, incluindo o
complexo areolar e aponeurose do músculo peitoral. Os
linfonodos axilares são preservados. É indicada nos casos
de: carcinoma ductal in situ; recidiva após cirurgia
conservadora; lesões ulcerativas em pacientes com metástases
a distância onde o controle local promove melhor qualidade
de vida; pacientes idosas com risco cirúrgico elevado ou que
não possuem adenopatias axilares palpáveis ou evidência de
doença a distância; e em pacientes selecionadas para
tratamento profilático (Marchant, 1997).
Mastectomia subcutânea:
Consiste na retirada da glândula mamária, conservando os
músculos peitorais e suas aponeuroses, pele e complexo
aréolo-papilar. Por deixar tecido mamário residual com
possibilidade de alterações hiperplásicas e degeneração
maligna, seu uso é bastante questionado (Franco, 1997).
Segundo Marchant (1997) uma série de complicações são
associadas a este procedimento, incluindo hematoma e
subseqüente fibrose, não devendo ser empregado no tratamento
do câncer de mama. Como tratamento profilático, seus
resultados são inferiores ao da mastectomia simples.
Mastectomia
é o nome da cirurgia de remoção completa da mama. É um dos tipos de
tratamento cirúrgico para o câncer de mama.
Existem muitos tipos de mastectomia são elas:
Mastectomia radical a Halsted consiste na retirada da glândula mamária,
associadas à retirada dos músculos peitorais e a linfadenectomia axilar
completa. Atualmente é um procedimento incomum, devido à alta morbidade
a ela associada e a resultados bastante satisfatórios de técnicas mais
conservadoras (Chaves, 1999).
Mastectomia radical modificada consiste na retirada da glândula mamária
e na linfadenectomia axilar, com preservação de um ou ambos os músculos
peitorais. Constitui o procedimento cirúrgico realizado na maioria das
pacientes com câncer de mama nos estádios I, II e III. Este procedimento
é indicado: na presença de tumor acima de três cm, sem fixação à
musculatura; em pacientes com recidiva após tratamento conservador; ou
que apresentem qualquer condição que as tornem inelegíveis ao tratamento
conservador; e em pacientes que não concordem com a preservação da mama
(Franco, 1997; Marchant, 1997). É denominada de mastectomia radical
modificada Patey, quando ocorre a preservação do músculo grande
peitoral. Quando os dois músculos peitorais são preservados, é chamada
mastectomia radical modificada Madden.
Mastectomia total simples: consiste na retirada da glândula mamaria,
incluindo o complexo areolar e aponeurose do músculo peitoral. Os
linfonodos axilares são preservados. É indicada nos casos de: carcinoma
ductal in situ; recidiva após cirurgia conservadora; lesões ulcerativas
em pacientes com metástases a distância onde o controle local promove
melhor qualidade de vida; pacientes idosas com risco cirúrgico elevado
ou que não possuem adenopatias axilares palpáveis ou evidência de doença
a distância; e em pacientes selecionadas para tratamento profilático (Marchant,
1997).
Mastectomia subcutânea: Consiste na retirada da glândula mamária,
conservando os músculos peitorais e suas aponeuroses, pele e complexo
aréolo-papilar. Por deixar tecido mamário residual com possibilidade de
alterações hiperplásicas e degeneração maligna, seu uso é bastante
questionado (Franco, 1997). Segundo Marchant (1997) uma série de
complicações são associadas a este procedimento, incluindo hematoma e
subseqüente fibrose, não devendo ser empregado no tratamento do câncer
de mama. Como tratamento profilático, seus resultados são inferiores ao
da mastectomia simples.
Leia mais: http://deficienteciente.blogspot.com/2010/03/o-que-e-mastectomia.html#ixzz0iFgEkXAv
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O câncer de mama é
provavelmente o mais temido pelas mulheres, devido à sua alta freqüência
e sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da
sexualidade e a própria imagem pessoal. Ele é relativamente raro antes
dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária sua incidência cresce
rápida e progressivamente.
Este tipo de câncer representa nos países ocidentais uma das principais
causas de morte em mulheres. As estatísticas indicam o aumento de sua
freqüência tantos nos países desenvolvidos quanto nos países em
desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas
décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de
incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base
Populacional de diversos continentes.
No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres.
Sintomas
Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio,
acompanhado ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que
recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante
a casca de uma laranja. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.
Fatores de Risco
História familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama,
especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã)
foram acometidas antes dos 50 anos de idade. Entretanto, o câncer de
mama de caráter familiar corresponde a aproximadamente 10% do total de
casos de cânceres de mama. A idade constitui um outro importante fator
de risco, havendo um aumento rápido da incidência com o aumento da
idade. A menarca precoce (idade da primeira menstruação), a menopausa
tardia (após os 50 anos de idade), a ocorrência da primeira gravidez
após os 30 anos e a nuliparidade (não ter tido filhos), constituem
também fatores de risco para o câncer de mama.
Ainda é controvertida a associação do uso de contraceptivos orais com o
aumento do risco para o câncer de mama, apontando para certos subgrupos
de mulheres como as que usaram contraceptivos orais de dosagens elevadas
de estrogênio, as que fizeram uso da medicação por longo período e as
que usaram anticoncepcional em idade precoce, antes da primeira
gravidez.
A ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada, é
identificada como fator de risco para o câncer de mama, assim como a
exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos.
Detecção Precoce
As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o
exame clínico da mama e a mamografia.
O câncer de mama tem cura,
previna-se. Fique de olho e mate no peito esta doença! E
diagnosticando-se cedo, o tratamento é geralmente fácil,
sem implicar na retirada total das mamas. Mas se isto
for necessário, a reconstrução plástica das mamas
fornece excelentes resultados.
As estratégias de atuação
para a prevenção do câncer de mama podem ser
classificadas em dois tipos: as que visam evitar a sua
formação (prevenção primária), e as que têm por objetivo
sua detecção precoce (prevenção secundária).
A
freqüência com que se faz o exame torna mais fácil notar qualquer
modificação nas mamas de um mês para o outro.
Após os 40 anos, faça mamografia
regularmente, pois o câncer de mama tem cura.
Quando detectado no início, o índice de
sucesso com o tratamento é superior a 90%.
Prevenção
Em termos de prevenção
primária, devem ser lembradas,em primeiro lugar, as
medidas mais simples, dietéticas e comportamentais,
que valem a pena ser estimuladas. Deve-se evitar
obesidade, sedentarismo, alimentos gordurosos e
ingestão alcoólica em excesso.
Casos especiais, de alto
risco para câncer, pode merecer, uso de medicamentos
preventivos como o tamoxifen, que antagoniza a ação
do estrogênio, ou a retirada da glândula mamária,
com inclusão de prótese de silicone. Estas medidas,
não devem ser rotina, porque tem vantagens e
desvantagens, mas são alternativas válidas para
certos casos, e ser recomendadas apenas depois de
detalhadas explicações obtidas com médicos
especialistas.
Mas você têm que fazer a sua parte.
Previna-se.
Se você tem idade superior a 30 anos faça o auto-exame mensalmente e
tenha suas mamas examinadas por médicos ou enfermeiros uma vez por
ano. A partir dos 40 anos faça a mamografia regularmente.
1-O QUE É O AUTO-EXAME ?
É o exame das mamas efetuado pela própria mulher. É conhecendo suas
mamas que você pode verificar qualquer alteração.
2-QUANDO FAZER?
Faça o auto-exame uma
vez por mês. A melhor época é logo após a menstruação. Para as mulheres
que não menstruam mais, o auto-exame deve ser feito num mesmo dia de
cada mês, como por exemplo todo dia 15.
3-O QUE PROCURAR?
Diante do espelho:
Deformações ou
alterações no formato das mamas, Abaulamentos ou retrações, Ferida ao
redor do mamilo .
No banho ou deitada:
Caroços nas mamas ou
axilas, Secreções pelos mamilos
4-COMO EXAMINAR SUAS
MAMAS?
Diante do espelho:
Eleve e abaixe
os braços.
Observe se há alguma anormalidade na pele, alterações no
formato, abaulamentos ou retrações.
Durante o banho:
Com a pele
molhada ou ensaboada,
eleve o braço direito e deslize os
dedos da mão esquerda suavemente
sobre a mama direita estendendo até
a axila.
Faça o mesmo na mama esquerda.
Deitada:
Coloque um
travesseiro debaixo do lado esquerdo do corpo e a mão
esquerda sob a cabeça. Com os dedos da mão direita, apalpe a
parte
interna da mama. Inverta a posição para o lado direito e
apalpe da
mesma forma a mama direita.
Com o braço
esquerdo posicionado ao lado do corpo, apalpe a parte
externa da mama esquerda com os dedos da mão direita.
A T E N Ç Ã O :
Caso você encontre
alguma das anormalidades citadas, lembre-se que é importante procurar um
serviço médico: os ambulatórios, postos e centros de saúde pública podem
ajudá-la. Quanto mais cedo melhor!
Além disso, caso você,
por qualquer motivo, procurar seu médico, peça-lhe para que examine
também suas mamas. E se for solicitada uma mamografia, exija o selo de
qualidade no relatório do seu exame. Este é a garantia de um exame
confiável.