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Ana
Paula Souza
Graduada em Nutrição e Educação física, especialista em Educação
especial, especialista em fisiologia Humana. Nutricionista: CRN: 2556
Atende na Clínica de Nutrição Santé, Clínica de Oncologia e
Radioterapia Santana em Maringá e também é Consultora de Colégios
renomados da cidade.
Contato |
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Aproveitando
os alimentos
Colocar os vegetais para cozinhar em água fervente, em panela tampada e
com o mínimo de água possível. A água de cozimento dos vegetais pode ser
aproveitada para enriquecer sopas, macarrão, arroz, feijão etc.
Evitar dividir e picar muito os vegetais antes de cozinhá-los, para
impedir a perda das vitaminas.
Frutas, verduras e legumes da época são mais baratos, frescos e
nutritivos.
Talos, folhas e cascas são ricas em vitaminas e fibras, e podem ser
utilizados em farofas, omeletes, recheios, sopas, bolinhos, refogados,
feijão etc.
As folhas, de um modo geral, são ricas em vitamina A e devem ser
aproveitadas.
O caroço da jaca não deve ser jogado fora, ele pode ser usado cozido na
água e sal.
O açúcar comum pode ser substituído pelo açúcar mascavo, rapadura ou
melado, ricos em ferro e cálcio.
A semente de abóbora pode ser um aperitivo bem saboroso. Deixar as
sementes de molho de um dia para o outro, escorrer a água, salgar e,
depois de secos, torrar no forno. Comer assim, ou moído em farofas,
paçocas, sopas etc. Faz-se, também, paçocas e mingaus com sementes de
abóbora, melancia, girassol e gergelim torrados e moídos, pois são muito
nutritivos.
A casco de ovo pode ser uma fonte de cálcio. Deve-se secar a casca,
exposta ao sol ou no forno, e depois triturá-la bem. Peneirar e guardar
em vidros. Usar uma pitada em sopas, mingaus, farofas, paçocas etc.
Cheiro-verde, salsa e coentro devem ser adicionados quando o fogo for
desligado.
Para melhorar o sabor da sua preparação, torre o alho e misture na
comida.
O fubá, o farelo e a farinha de trigo torrados facilitam a digestão.
Ao refogar coloque pouco óleo. Ponha o restante ao desligar o fogo. |
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A
importância do acompanhamento nutricional para atletas
A
orientação nutricional é importante, desde a gestação e especialmente na
infância, para que haja um crescimento saudável o que irá refletir-se na
vida adulta.
Muitas doenças, como a obesidade e doenças associadas (diabetes,
hipertensão, dislipidemias entre outras), têm sua origem na alimentação.
Uma alimentação saudável associada à prática de atividade física, podem
contribuir para uma melhor qualidade de vida e para a prevenção de
doenças.
Já a alimentação adequada, antes, durante e após a atividade física,
tem-se mostrado eficaz para o melhor desempenho dos atletas, pois evita
altos índices de oxidação e a quebra de proteínas musculares como fonte
de energia, preservando a massa magra durante o esforço físico.
A nutrição esportiva, também auxilia na reposição de nutrientes
essenciais tais como cálcio, ferro, selênio, vitamina A e C, que são
exigidos em uma atividade física prolongada. Ela também orienta quanto
às quantidades adequadas de ingestão de água, evitando a desidratação e
a queda no desempenho.
A alimentação específica para cada esporte e a dieta individualizada
para os diferentes treinos e horários, aumentam as reservas de
glicogênio muscular e hepático, propiciando ao atleta uma melhor
performance.
Nutricionista Dra. Ana Paula Souza CRN 16407 |
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Efeito sanfona
Alimentar-se é um dos maiores prazeres da vida e está relacionado à
nossa experiência de vida desde a infância até a vida adulta.
Alimentar-se, não é simplesmente, ingerir alimentos, mas estar com a
família, com amigos, lembrar da infância, deitar no sofá no seu descanso
e abrir a geladeira, selecionar alimentos. Este ato está diretamente
relacionado à vida social e ao prazer nas atividades cotidianas. Por
isso, quando falamos em restringir alimentos por necessidade de perda de
peso, torna-se tão difícil, principalmente pelo medo de abdicar dos
prazeres da alimentação. Em função desta dificuldade, alguns procuram
métodos rápidos como dietas da moda: dieta dos carboidratos, do abacaxi
ou de sopas, na intenção de emagrecer rapidamente como se fosse um
sofrimento, querendo fazer rápido para acabar logo, mas infelizmente,
não é desta forma que seu organismo entende. Quando o nosso hábito
alimentar é feito de forma inadequada, ocorre o famoso efeito sanfona, e
como isto ocorre?
O emagrecimento é uma adaptação do organismo por ingestão de baixas
calorias. É considerado um emagrecimento saudável quando este é de 1kg
no período de 1 semana a 10 dias. Se ocorrer um emagrecimento rápido em
função de dietas muito restritas em calorias, as células adiposas
murcham rapidamente e não há uma adaptação adequada pelo organismo,
formando espaços entre as células, e nestes, formam-se novas células
adiposas iguais as que já existiam, processo este, denominado:
hiperplasia (aumento do número de células). Quando o indivíduo volta a
se alimentar como antes, já que não adquiriu hábitos saudáveis, estas
calorias que antes eram normais ao organismo, tornam-se um excesso, e as
células que murcharam, “engordam” (hipertrofia) juntamente com as novas
células adquiridas pelo emagrecimento rápido, levando ao ganho de peso.
Para não ocorrer este efeito sanfona, ou engordar mais do que o peso
inicial, é fundamental que haja tempo para o organismo adaptar-se a
perda de peso e assim mantê-lo. O ideal, é emagrecer lentamente e para
cada 1kg perdido, deve-se mantê-lo por pelo menos 1 mês para dificultar
o retorno ao peso inicial.
O emagrecimento saudável, e sem riscos de voltar ao peso inicial ou
pior, ainda aumentar o peso que já estava, requer uma mudança de hábitos
gradativos e constantes, e felizmente sem sofrimentos!
A alimentação, mesmo com a finalidade de emagrecimento, deve ser vista
com prazer a cada dia, crescendo com a auto-estima, o prazer de se
cuidar, de se sentir bem e não por obrigação ou compensação. Quando o
cuidar da alimentação alia-se a atividade física, você potencializa a
sua auto-estima e um cuidado leva ao outro.
Procure mudar seus hábitos gradativamente e cuide-se por prazer e seja
feliz com seu peso! |
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Mellitus
A palavra diabetes é derivada do grego que quer dizer atravessar. Na
antiguidade, todo individuo que urinava excessivamente era considerado
portador de diabetes, e, aquele que eliminava urina açucarada
consideravam diabetes mellitus.
O diabetes melittus, é caracterizado pela falta de produção ou
utilização inadequada de insulina pelo organismo. A insulina é um
hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por conduzir glicose do
sangue para dentro das células, fornecendo energia e calor ao nosso
corpo.
O diabetes mellitus, é uma doença crônica, genética e hereditária, mas
pode se desenvolver ou não conforme a soma de alguns fatores, entre eles
a obesidade, certos distúrbios endócrinos e o uso abusivo de
carboidratos simples na dieta. Esta doença, pode tornar-se grave e o
individuo desenvolver problemas renais, oculares, neurológicos e
cardiovasculares. Sua manifestação é decorrente da ação inadequada da
insulina, podendo ser atenuada ou evitada através de uma alimentação
adequada. Basicamente existem dois tipos de diabetes classificadas Tipo
1 e Tipo 2.
Diabetes tipo1, insulino depende, as células betas do pâncreas produzem
pouca ou não produzem nada de insulina, conseqüentemente o organismo é
incapaz de absorver glicose da corrente sanguínea, e o resultado será
falta de energia, cansaço fácil, muita sede, fome intensa e perda de
peso. Geralmente ocorre em crianças, adolescentes e adultos jovens.
Estes pacientes necessitam de controle na alimentação com no mínimo
cinco pequenas refeições diárias juntamente com o tratamento médico.
Diabetes Tipo 2, não-insulino dependente, tem início na idade madura,
quase sempre após os 30 anos, geralmente mais freqüente em pessoas
obesas. Considera-se uma doença hereditária, mas também associada a
certas condições como: defeitos fisiológicos, secreção anormal de
insulina e resistência adquirida da mesma. Está relacionada a obesidade
que desenvolve hiperglicemia, manifestando-se em pessoas sedentárias,
com predisposição e também por história familiar, podendo não apresentar
sintomas.
A dieta é sempre o melhor caminho para evitar o desenvolvimento do
diabetes e principalmente no seu tratamento para evitar o agravamento
desta doença. Mesmo com o uso de medicamentos, é fundamental ter uma
alimentação sem açúcar e com alimentos ricos em fibras. O diabético que
conhece a sua doença e cumpre um tratamento dietético bem orientado por
nutricionista pode viver tranqüilamente uma vida normal em todos os
aspectos semelhantes ao indivíduo não diabético. |
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Combinações Alimentares
A combinação alimentar é a preparação e a ingestão de alimentos que
propiciam sabores e nutrientes, com potencial de atividade celular para
fins específicos. Atualmente com a vida moderna, muitas pessoas não tem
uma alimentação adequada em vitaminas, fibras, minerais e ainda com a
falta destes nutrientes pioram o estresse do organismo pela falta de
anti-oxidantes.
Alguns alimentos em especial, proporcionam maior vigor aumentando a
disposição e diminuindo o cansaço do dia-a-dia.
A soja por exemplo é um alimento que trás muitos benefícios à saúde.
Vários estudos têm demonstrado que o consumo de produtos derivados da
soja está frequentemente associado com a redução do risco de inúmeras
doenças, tais como câncer de esôfago, pulmão, próstata, mama e cólon
retal, doenças cardiovasculares, osteoporose, diabetes, mal de Alzheimer
e sintomas da menopausa.
Já os brotos são as melhores opções para termos verduras frescas e são
fontes de vitaminas A, B, C, D, E, aminoácidos, sais minerais e
carboidratos. Por serem plantas ainda muito jovens, a concentração de
nutrientes nos brotos é bem maior do que a da planta adulta.
O broto de trigo, em seu estágio inicial, concentra mais vitaminas e
sais minerais do que as folhas adultas. O seu princípio ativo, está no
pigmento das plantas verdes: a clorofila. Ela também pode ser encontrada
no suco de couve, acelga, alfafa ou agrião. A grama do broto de trigo
está se integrando ao cardápio de atletas e adeptos da alimentação
natural por ser rico em clorofila, que repõe a energia gasta durante a
atividade física.
Já o broto de alfafa, é o vegetal mais rico em clorofila. Conhecida como
sangue verde, a clo¬rofila contribui para melhorar a oxigenação do
sangue. Outro alimento rico em anti-oxidantes é o espinafre, que é uma
verdura que tem alto valor nutricional e que possui minerais como Ferro,
Cálcio e Fósforo e vitaminas A e do Complexo B. O Ferro é muito
importante para a formação de sangue; e o Cálcio e o Fósforo participam
da formação dos ossos e dentes, construção muscular e coagulação do
sangue.
As algas também concentram valores nutricionais completos em sua
composição, especialmente a clorela que além de conter de proteínas e
sais minerais em sua composição, contém vitaminas e ácidos graxos
essenciais que são substâncias bioativas que promovem benefícios ao
organismo.
Plantas como a Aloe Vera, também fornecem vitalidade e é utilizada como
remédio para tosse, ferida, úlcera, gastrite, diabetes, câncer, dor de
cabeça, artrite e deficiência no sistema imunológico.
Estes alimentos quando administrados na alimentação do dia-a-dia,
melhoram a disposição e suplementam uma dieta pobre em fibras e
vitaminas, e mesmo que a alimentação seja equilibrada, a inserção de um
ou mais alimentos citados, diminuem consideravelmente as chances de
desenvolvimento de doenças. |
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Consulte um Nutricionista |
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