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Espaço para Manifestação

A Cocada Coco de Roda
Arte e Artesanato
Bazilia Tricô e fuxico
Boi Caprichoso
Boi D´água
Boi do seu Teodoro
Catira Pesquisa e Dança
Cacuriá
Catira ou Cateretê
Cavalhadas Pirenópolis
Catira Feminina Goiano
Circo Laheto
Congo de Guerra
Claudia Bijuterias/tecidos
Criar & Animar
Dança do sul "Bailanta"
Diva Fibras, fios e tramas
De 4 no Ato
Folia do Divino
Fátima arte em Barro
Irani artesanato em palha
Jabuti-Bumbá
Jamile Dib Arte/Cabaças
Jongo de Piquete
Lenda/Caras do Curupira
Lua de Luanda Maracatu
Mamulengo
Marlene Bioajóias
Orquestra Viola Divina
Os Candangos
Power Dance
Rogério Brinquedos pop
Rute tricô bordado tecido
Sandra arte em prata
Sinval Gameleira/Luthier
Soledade Mosaico/objetos
Terno de Congo/Catalão
Tribo das Artes
Verônica Arte/Fibras

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Os Candangos Cia. de Teatro de Rua

É uma Companhia de Teatro de Rua que visa difundir a variedade de ritmos e a pluralidade de elementos presentes nas danças do nordeste brasileiro, homenageando e resgatando a grande bagagem cultural que os candangos trouxeram para a construção do povo brasiliense.

Realizando assim uma viagem rítmica e coreógrafa que vai das tribos de índio na Paraíba, aos blocos de batucada, o bumba-meu-boi e os tambores de crioula e de mina no Maranhão; o afoxé e a dança de coco na Bahia, o maracatu em Pernambuco e Ceará e as quadrilhas por todo o sertão.
Misturando a percussão tradicional com o reggae, o forró, o samba, o rap, o xaxado, o baião. Um grande caldeirão musical.

Ao mesmo tempo que busca a inserção da cultura popular no processo de formação intelectual do cidadão, sendo agente de integração da escola com a comunidade e conscientizador da importância da preservação do meio ambiente, da não utilização de drogas lícitas e ilícitas, dos diversos métodos de Prevenção das DST´s e outros problemas enfrentados pelos jovens na nossa sociedade, por meio de palestras e debates; mostra de documentários culturais, ambientais e filmes históricos; oficinas de artesanato, arte, dança, percussão e reciclagem; recitais de poesia, mutirões de limpeza em áreas verdes e replantio de árvores com distribuição de mudas.

Um dia de cultura, história, natureza, arte, poesia e muita brincadeira e alegria nas escolas e locais públicos do Guará.

Roteiro do Espetáculo
Tribo de índio
Tambor de Crioula
Dança do Coco
Maracatu
Afoxé
Quadrilha
Bois de Orquestra e Zabumba
Blocos de Batucada


Tribos de Índio
As tribos de índios saem com uma lancinha na mão direita e um escudo na mão esquerda.
Não conduzem arco e flechada (preaca) como os caboclinhos recifenses.
Vestem camisas de cetim, um tipo de camisa, um tipo de camisa de jogador de futebol, com um "papo" (um pequeno escudo) no meio, das cores da tribo. Algumas usam vistosos cocares de pena de garça branca, em vez de penas de ema, como é o caso nos caboclinhos.
Todas as tribos de índio se pintam de tinta vermelha (porque são "peles vermelhas") e apresentam uma série de danças complexas e interessantíssimas.

Tambor de Crioula
O tambor de crioula é uma dança afro-brasileira encontrada no aranhão e praticada sobretudo por descendentes de africanos.
A principal característica coreográfica da dança é a formação de um círculo com solistas dançando alternadamente no centro. Um de seus traços distintivos é a Punga ou Pungada, (a umbigada).
A música que acompanha a dança é tocada por três tambores de madeira com couro preso por cravelhas em uma das extremidades e fixados por fricção. Os tambores são afunilados e escavados. Atualmente utilizam-se também tambores de cano plático PVC.
 


Dança do Coco
É um ritmo originário do Nordeste brasileiro.
O nome refere-se também à dança ao som deste ritmo.
Com influência africana e indígena, é uma dança de roda acompanhada de cantoria e executada
em pares, fileiras ou círculos durante festas populares do litoral e do sertão nordestino.
Recebe várias nomenclaturas diferentes, como coco-de-roda, coco-de-embolada, coco-de-praia,
coco-do-sertão, coco-de-umbigada, e ainda outros o nominam com o instrumento mais característico da região em que é desenvolvido, como coco-de-ganzá e coco de zambê. Cada grupo recria a dança e a transforma ao gosto da população local.



Maracatu
Do Maracatu Nação participam entre 30 e 50 figuras. Entre elas estão o Portaestandarte,
trajado à Luís XV (como nos clubes de frevo), que conduz o estandarte.
Atrás, vêm as Damas do Paço, no máximo duas, e que carregam as Calungas, que são bonecos de origem religiosa, que simbolizam uma rainha morta.
A dança executada com as Calungas tem caráter religioso e é obrigatória na porta das Igrejas, representando um "agrado" a Nossa Senhora do Rosário e a São Benedito. Quando o Maracatu visita um terreiro,homenageia os Orixás.



Afoxê
É definido popularmente como um ritmo do Candomblé.
Mas, na realidade o rítmo africano utilizado no Candomblé e nos blocos de Afoxés, tem o nome africano que é Igexá ou Ijexá.
A marcação do agogô é sua batida característica, tornando esse ritmo facilmente identificável.
O Ijexá se tornou popular principalmente pela atuação do grupo baiano Filhos de Gandhi.
Cantores renomados como Gilberto Gil, Virgínia Rodrigues, Maria Bethânia e Caetano Veloso também interpretam músicas no rítmo Ijexá.

 



Quadrilhas
Não há dúvida alguma que ela chegou ao Brasil através da França. O pesquisador Mário de Andrade a define como "dança de salão, aos pares, de origem francesa, e que no Brasil passou a ser dançada também ao ar livre, nas festas do mês de junho, em louvor a São João, Santo Antônio e São Pedro. Os participantes obedecem às marcas ditadas Por um organizador de dança. O acompanhante tradicional das quadrilhas é a sanfona."
Os estudiosos e pesquisadores musicais dizem que ela foi introduzida no Brasil no início do século 19, com a vinda da corte Real Portuguesa e com as várias missões culturais francesas que estiveram no país na mesma época. A aceitação foi instantânea, transformando-se quase numa dança oficial de todos os saraus elegantes, e segundo relata Pereira da Costa em trabalho sobre folclore, publicado em 1908, a quadrilha já havia chegado ao povo e se vulgarizado em 1837.



Boi de Orquestra
Música faceira, ritmo sacudido e brincalhão que contagia facilmente. Assim é o sotaque do bumba-meu-boi de orquestra que surgiu entre as décadas de 40 e 50 em Rosário (Ma), resultante da necessidade do povo de recriar, de acrescentar elementos novos no fazer cultural.
Os instrumentos básicos são o banjo, o saxofone, o clarinete, o piston, o tarol, a zabumba e maracás.
Dançam em cordão de duas filas, uma em frente à outra; o chapéu lembra os reisados; e o ritmo lembra o baião.
 

 

Boi de Zabumba
O sotaque de Zabumba surgiu no município de Guimarães. Os bumba-meu-boi deste sotaque são marcados pela batida forte da zabumba como se fosse um rufar de tambor africano. Os instrumentos usados são o maracá, o tambor-onça, o tamborinho e a zabumba. O apito é usado pelo amo ou cantador do boi que comanda o inicio e término da cantoria. O ritmo é feito pelas batidas das zabumbas enquanto os tamborinhos e maracás preenchem os espaços vazios.


 

Figurinos e adereços

Contato: pre_nucleo_cultural@globo.com

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