Página Inicial

Terapias alternativas

Acupuntura
Aromaterapia
Ayurveda
Cinesiologia
Cromoterapia
Feng Shui
Fisiognomonia
Fitoterapia
Florais de Bach
Geoterapia
Homeopatia
Iridologia
Macrobiótica
Medicina Chinesa
Medicina Oriental
Musicoterapia
Radiestesia

Vários

Conheça as Essências
Óleos Essenciais
Terapia Vidas Passadas

Criticas e Sugestões 

Adicionar ao Favoritos

Sitecurupira Página Inicial

No ar desde 25/03/2003

Copyright © Pénamídia
All rights reserved
Webmaster:

Pénamidia

 

 

 

 

 

Anúncio provido pelo BuscaPé

 

 

Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar

 Educação a Distância

 
 

 

Musicoterapia

Para muitas culturas, o som é a força divina que se manifesta através das vibrações rítmicas.

Uma das técnicas ligadas ao uso das leis naturais, a musicoterapia tem suas raízes na sabedoria cuja origens se perdem no tempo. O homem antigo desconhecia métodos organizados de “terapia dos sons”, mas, na verdade, nem precisava deles, pois conhecia e vivenciava espontaneamente a influência dos sons sobre.

O terror provocado pelos trovões, a tranqüilidade gerada pelo ruído de uma chuva fina, o enlevo produzido pelo canto de um pássaro, o êxtase a que se é conduzido pelo som de uma flauta: todos esses sentimentos são frutos de efeitos atraíam e exerceram forte influência sobre o ser humano.

São muitas as referências e numéricos os escritos relacionados à aplicação da música e dos sons na medicina. Na região próxima a Kahum, no Egito, foi descoberto em 1889 um papiro de aproximadamente 4 500 anos que revelava a aplicação de um sistema de sons e de músicas, instrumentais ou vocais, emocionais e espirituais. Esse sistema incluía até mesmo indicações para algumas doenças físicas.

A mitologia grega também é rica em informações sobre técnicas terapêuticas de caráter musical. Asclépio, ou Esculápio para os romanos, filho de Apolo e deus da medicina¾ no qual, acreditavam os gregos, descendia o próprio Hipócrates ¾ trava seus doentes fazendo-os ouvir cânticos considerados mágicos.

Homero, por sua vez, famoso historiados que precedeu Platão, afirmava que a música foi uma dádiva divina para o homem: com ela, poderia alegrar a alma e assim apaziguar as perturbações de sua e seu corpo.

A música e o temperamento

Os gregos antigos chegaram a desenvolver um sistema bem organizado de musicoterapia, baseado na influência de certos sons, ritmos e melodias sobre o psiquismo e o somatismo do ser humano. Esse poder que se atribuía ao som, ou à música, denominava-se ethos e dividia-se em quatro tipos baseados nas quatro formas de temperamento humano. São eles:

Etho frígio¾ que excita, gera coragem e mesmo furor;

Etho eólio ¾ que gera sentimentos profundos de amor;

Etho lídio ¾ que produz sentimentos de contrição, de arrependimento, de compaixão e de tristeza;

Etho dírico ¾ que gera estados mais profundos, de recolhimento e de concentração.

Em todas as culturas antigas, sejam elas egípcia, persa, grega, indiana, chinesa, japonesa ou qualquer outra, existem importantes referências sobre terapia musical ou sobre a conexão entre música e transformação do estado de espírito. Entre os gregos, ainda, a flauta do semideus Pã focou famosa não só pôr encantamento as pessoas como também pôr que eliminava os maus sentimentos acumulados no organismo.

O remédio da alma

Platão revelou especial admiração pelo estudo dos efeitos da música sobre os seres humanos e, em particular, pôr seus efeitos terapêuticos. Afirmava que “a música é o remédio da alma” e que chega ao corpo pôr intermédio dela. Ainda segundo o filósofo, a alma pode ser condicionada pela música assim como o corpo pela ginástica.