Página Inicial

Terapias alternativas

Acupuntura
Aromaterapia
Ayurveda
Cinesiologia
Cromoterapia
Feng Shui
Fisiognomonia
Fitoterapia
Florais de Bach
Geoterapia
Homeopatia
Iridologia
Macrobiótica
Medicina Chinesa
Medicina Oriental
Musicoterapia
Radiestesia

Vários

Conheça as Essências
Óleos Essenciais
Terapia Vidas Passadas

Criticas e Sugestões 

Adicionar ao Favoritos

Sitecurupira Página Inicial

No ar desde 25/03/2003

Copyright © Pénamídia
All rights reserved
Webmaster:

Pénamidia

 

 

 

 

Anúncio provido pelo BuscaPé

 

 

Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar

 Educação a Distância

 
 

 

Iridologia

Assim como os olhos são as janelas da alma, a íris é o espelho do corpo, pois nela se refletem os desequilíbrios do organismo.

A observação das doenças através dos olhos é tão antiga quanto a própria humanidade. Tanto na China como Tibete as mudanças e sinais nos olhos já eram relacionados com anomalias ou alterações internas do organismo. Existem também referências sobre o assunto em trabalho deixado por Hipócrates e em registro da Escola de Salermo, centro de estudos de medicina que já existia no século IX e que prosperou durante toda a Idade Média. Hoje o diagnóstico pela íris está difundindo em todo o mundo, com maior desenvolvimento na Europa e nos Estados Unidos. Acessível, objetivo e direto, o Irisdiagnóstico pode ser praticado pôr qualquer profissional da área terapêutica ou até mesmo pôr leigos que se dediquem ao estudo da iridologia.

Os olhos não mentem jamais

Irisdiagnóstico é o método que permite diagnosticar doenças, disfunções e alterações orgânicas pela simples observação da íris- parte colorida que é circundada pelo “branco dos olhos”. Esse método permite a observação direta da íris sem recursos técnicos especiais, se bem que uma lente de aumento ajustada a um foco luminoso produz melhores resultados. Existem também lupas iluminadas que facilitam o exame, além dos iridoscópios, que ampliam o campo observado e podem ser acoplados a câmaras fotográficas. Mas é possível realizar o diagnóstico pela íris munido apenas a uma lupa potente e uma pequena lanterna. As lupas com foco luminoso utilizadas em filatelia são muito apropriadas para um diagnóstico razoável. É muito importante deixar claro que irisdiagnóstico não é o estudo das doenças da íris ou dos olhos, mas sim de qualquer parte do corpo através da observação da íris. Esse estudo também não tem nada a ver com o exame de “fundo de olho”, que consiste no exame oftalmológico da retina, ou parte posterior e profunda dos olhos, bem além da íris. O irisdiagnóstico fornece sinais que devem ser avaliados e interpretados segundo a sua localização na íris e obedecendo os critérios da iridologia.

Um pouco de história

Philipus Meyens foi o primeiro a publicar um trabalho sobre a iridologia. Isso foi em 1670 em Desden, Alemanha, e seu livro fazia um interessante estudo sobre sinais iridológicos e suas relações com determinadas doenças, apresentando um pequeno mapa da íris com áreas representativas de alguns órgãos do corpo humano. Depois foi a vez de Johann Sigmund Eltzholtz (nurmberg, 1695) se aprofundar mais no estudo de Meyens. Quase um século mas tarde, em Gottingen, Christian Haerls, baseado nos estudos de Meyens e Eltzholtz, lança um polêmico e importante trabalho. Mas é um clinico húngaro Ignatz von Peczely (1822-1911) que a Iridologia começa a ficar conhecida. Segundo a história, Peczely caçou uma coruja que, ao fraturar uma pata na armadilha, apresentou um fino traço na região inferior da íris correspondente ao lado fraturado. Com a curiosidade aguçada pelo fato, Peczely acompanhou a consolidação da fratura, constatando que o traço da íris desaparecia aos poucos restando apenas uma marca muito tênue. Estudando outros autores sobre o assunto, Peczely desenvolveu então pesquisas comparativas em hospitais, formando um considerável grupo de discípulos. Em 1881, após muitas dificuldades consegui lançar seu primeiro trabalho. Muitas obras sobre o assunto surgiram depois na Europa, principalmente na Alemanha. O interesse pela Iridologia espalhou-se pela Europa, e no início da década de 1900 o novo sistema foi introduzido nos Estados Unidos pelo Dr. Bernard Jensen, que desenvolveu o mapa da íris que atualmente é mais conhecido e utilizado.