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Mariana
Baltar CD
Uma dama também quer se divertir
O primeiro CD de Mariana Baltar, teve participação ativa da cantora
em todas as fases. Desde a escolha das músicas aos últimos detalhes
da mixagem. No repertório, sambas de Assis Valente, Cartola,
Hermínio Bello de Carvalho, Elton Medeiros e Joyce, além de músicas
inéditas de Billy Blanco, Vander Lee, Teresa Cristina, Adryana BB e
Marceu Vieira. As participações especiais são de Miltinho, Pedro
Miranda e da própria Teresa Cristina.
Uma dama também quer se divertir foi bem recebido pelo público,
constando da lista dos preferidos de críticos especializados do Rio
de Janeiro em 2006.
Um
ano após lançar seu primeiro CD, Uma dama também quer se divertir (Zambodiscos),
Mariana Baltar começa a se firmar como uma artista de destaque no
cenário brasileiro. Além do reconhecimento do público e da imprensa,
sempre com boas críticas, a cantora foi indicada ao Prémio TIM 2007
na categoria Revelação e participou do programa Som Brasil, que será
lançado em DVD, onde dividiu o palco com Milton Nascimento. Cais
(Milton Nascimento / Ronaldo Bastos) - uma das canções que Mariana
interpretou no programa - fará parte de um tributo a Milton
produzido por Guto Graça Mello para a EMI. O projeto conta
exclusivamente com interpretações femininas e inclui cantoras como
Maria Rita, Vanessa da Mata, Teresa Cristina e Ana Carolina.
No repertório do primeiro CD de Mariana há sambas de Assis Valente,
Cartola, Hermínio Bello de
Carvalho, Elton Medeiros e Joyce, além de músicas inéditas de Billy
Blanco, Vander Lee, Teresa Cristina, Adryana BB e Marceu Vieira. O
CD tem participações especiais de Miltinho, Pedro Miranda e da
própria Teresa Cristina. A produção reúne os arranjadores Alfredo
Galhões, Paulão 7 Cordas, Eugenio Dale e Evandro Lima e conta com a
participação de músicos como Carlos Malta, Marcio Bahia, Roberto
Marques, Daniel Santiago, Chico Chagas e, novamente, Paulão 7
Cordas.
Uma dama também quer se divertir, também lançado no Japão, foi bem
recebido pelo público, constando da lista dos preferidos de 2006 de
críticos especializados do Rio de Janeiro, como Antônio Carlos
Miguel (O Globo), Tárik de Souza (Jornal do Brasil) e Mauro Ferreira
(O Dia). Devido ao sucesso da estréia do show de lançamento, Mariana
recebeu do Teatro Rival BR o convite para comandar o projeto Mistura
brasileira, e recebeu convidados como Zé Renato e Marcos Sacramento.
Cantou ainda no show de entrega do Prêmio Rival BR – um tributo a
Araci de Almeida – ao lado de nove cantoras, entre elas Leila
Pinheiro, Mart´nália, Ana Costa e Nilze Carvalho. Mariana, que
costuma coreografar seus shows, incluiu em suas últimas
apresentações um casal de bonecos que são manipulados por ela. A
estréia foi um sucesso.
Em 2007, a cantora integrou o projeto Sementes, no Centro Cultural
Banco do Brasil / RJ, dividindo o palco com o sambista Nelson
Sargento, e fez participação especial no grande baile de carnaval do
Cordão do Boitatá, na Praça XV. Esteve em cartaz por nove meses no
musical Império, de Miguel Falabella e Josimar Carneiro, onde
interpretou uma dama da corte espanhola, a Manchega, que viveu no
Brasil durante a vinda da família real portuguesa, acompanhando
Carlota Joaquina, interpretada por Stella Miranda. No segundo
semestre, Mariana dividiu o palco do Canecão com Ana Costa e o grupo
Galocantô, fez participação especial no grande baile do
Bangalafumenga na Fundição Progresso ao lado de Teresa Cristina e
integrou dois grandes eventos ligados ao Dia do Samba. O primeiro
deles foi a I Feira Carioca do Samba, que reuniu diversos artistas
sob a direção artística de HugoSukman e Cláudio Jorge no Centro
Municipal de Referência da Musica Carioca. O segundo foi um grande
evento nos Arcos da Lapa, em que Beth Carvalho recebeu a nova
geração do samba. Mariana esteve ao lado de Diogo Nogueira,
Casuarina e Nilze Carvalho, entre outros. |
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A cantora integrou por cinco anos o circuito da Lapa e
adjacências, no Rio de Janeiro, tempo em que animou as noites de
sábado do Centro Cultural Carioca, de onde foi sócia-fundadora.
No charmoso sobrado da Praça Tiradentes funcionou o antigo
dancing Eldorado, freqüentado por Pixinguinha e Cyro Monteiro,
entre outros artistas notáveis da primeira metade do século
passado.
Em 2005, foi vocalista da Banda do Zé Pretinho, de Jorge Ben Jor;
esteve em cartaz no pocket -show Um Nego e Duas Brancas (direção
de Adélia Sampaio) na sala Baden Powell (RJ) e no Teatro Rival
BR, além de integrar o projeto Da fossa à bossa, idealizado por
João Máximo, cantando e dançando repertório da década de 50 no
CCBB/RJ.
Em 2004, atuou no musical Geraldo Pereira, um escurinho
brasileiro (direção de Daniel Herz), realizando também alguns
shows na cidade, quando interpretou compositoras brasileirass –
de Chiquinha Gonzaga à Suely Mesquita.
Dançando desde os três anos de idade, a carioca de Copacabana
envolveu-se com o samba na adolescência, quando se tornou
bailarina e professora de dança de salão da Cia. Aérea de Dança,
companhia nascida no Circo Voador que pesquisava e desenvolvia o
samba em moldes inovadores. Com o grupo – onde esteve por 13
anos – participou de vários espetáculos nos EUA e Europa,
acompanhando artistas como Jorge Ben Jor e Zeca Pagodinho. Seu
primeiro trabalho profissional como cantora foi como vocalista
da cantora Daúde. Integrou, em seguida, o projeto Gafieira Dance
Brasil, criado por Paulo Moura e Cliff Korman, como cantora e
bailarina. Mais shows pelos dois continentes.
De volta ao Rio e a sua escola de dança de salão na Praça
Tiradentes, Mariana foi uma das idealizadoras do Centro Cultural
Carioca – uma referência de boa música na cidade – inaugurado em
julho de 2001. A cantora abraçou, então, o projeto de resgatar
sambas antigos, a começar por uma profunda pesquisa sobre Assis
Valente, autor de Brasil Pandeiro, Camisa Listrada, E o Mundo
não se acabou, entre tantas outras, reunindo vasto repertório –
boa parte através do suporte da família do compositor.
As intérpretes de Assis, sobretudo Carmem Miranda e Aracy de
Almeida, são referências marcantes no trabalho da cantora. Em
fevereiro de 2003, Mariana foi, inclusive, a convidada do
programa Palco MPB, da rádio MPB FM, em homenagem ao compositor.
Ainda em 2003, cantou parte deste repertório no Teatro João
Caetano, acompanhada pelo conjunto Época de Ouro, e na Feira de
Antiguidades da Rua do Lavradio.
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