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Desde os primeiros anos escolares, a História do
Brasil, da sua invasão há mais de 500 anos até hoje, a literatura
indígena e as referencias aos índios fascinam muitas crianças e
adolescentes. Os adultos, já conhecedores de uma realidade bem
diferente daquela que convém ser ensinada aos jovens, sentem revolta
pela destruição de tantas culturas ou decepção por tanta crueldade
praticada por um animal racional (?) contra esse povo dividido em
tantas etnias numa concorrência natural para mostrar quanto
importante é a vida integrada à natureza, quanta coisa bonita e
interessante para a nossa sobrevivência ela nos oferece e ensina. No
entanto a ganância e o egoísmo dos antigos governantes, políticos,
latifundiários, garimpeiros, madeireiros e outros no decorrer dos
séculos vêm extinguindo com arrogância, insensibilidade e
irresponsabilidade toda essa inocência de um povo que apenas quer a
sua terra para subsistir. As riquezas que ali estão não passam de
reservas para futuras eventualidades que poderiam beneficiar índios
e brancos. Mas os brancos querem tudo de uma só vez e apenas para
benefícios próprios. A desonestidade impera na mente humana pelos
falsos desejos. Prá que isso ? Destruam a natureza e estarão se
destruindo. A "EKIP NATURAMA" tem um departamento exclusivamente
indígena sediado em Brasilia-DF, com apoio de todas as nossas Sedes
ou dos associados, e com projetos à nível nacional para ajudar as
etnias que tiverem interesse de somar conosco para divulgar suas
culturas, seus artesanatos, seus problemas, suas necessidades: o "ETNIOKA",
em breve lançando uma grife exclusiva, inovadora, arrojada e...
muito bonita As empresas de eventos, prefeituras, escolas e outros
que quiserem nos contatar para exposições indígenas, artesanatos,
shows, danças, palestras, cursos, confecção de ocas, etc, em todo o
território nacional durante o ano todo estarão contribuindo com a
sobrevivência e a divulgação da cultura desse povo. Aumentem o
brilhantismo de suas feiras com a presença de índios Pataxó (BA),
Baré (AM), Fulni-ô (PE), Kaingang (RS), Gavião (PA), Terena (MS),
Karajá (GO), Guajajara (MA), Apurynã (AC) entre outros. Pessoal
selecionado, educado, integrado, íntegro, humilde e com artesanato
tipo exportação. Material de primeiríssima qualidade a preços
acessíveis, sem explora$$ão e uma atração para todos, tanto no
visual quanto na oportunidade de se relacionar com pessoas como nós,
com seres humanos que aqui chegaram antes do branco e viviam muito
bem sem dinheiro pois a natureza tudo lhes oferecia porque eles
simplesmente a respeitavam. Hoje a situação é outra e a necessidade
de comercializar o seu produto é fundamental para a sua
sobrevivência e um complemento de extrema beleza em todas as
residências, além dos utilitários.
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