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Patrícia
Matos – Nutricionista
Pós-graduada em OBESIDADE e EMAGRECIMENTO
Atendimento: Santa Casa de Misericórdia (034) 3851 2040
Clínica Sandra Diniz: (034) 3851 3407 |
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OBESIDADE - O MAIOR PROBLEMA DE SAÚDE
PÚBLICA DO MUNDO
A obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge
indivíduos de todas as classes sociais, tem etiologia hereditária e
constitui um estado de má nutrição em decorrência de um distúrbio no
balanceamento dos nutrientes, induzindo entre outros fatores pelo
excesso alimentar. O peso excessivo causa problemas psicológicos,
frustrações, infelicidade, além de uma gama enorme de doenças lesivas. O
aumento da obesidade tem relação com: o sedentarismo, a disponibilidade
atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo desenfreado
da vida atual. .
A obesidade relaciona-se com dois fatores preponderantes: a genética e a
nutrição irregular. A genética evidencia que existe uma tendência
familiar muito forte para a obesidade, pois filho de pais obesos tem 80
a 90% de probabilidade de serem obesos.
A nutrição tem importância no aspecto de que uma criança superalimentada
será provavelmente um adulto obeso. O excesso de alimentação nos
primeiros anos de vida aumenta o número de células adiposas, um processo
irreversível, que é a causa principal de obesidade para toda a vida.
Hoje, consumimos quase 20% a mais de gorduras saturadas e açúcares
industrializados. Para emagrecer, deve-se pensar sempre, em primeiro
lugar, no compromisso de querer assumir o desafio, pois manter-se magro,
após o sucesso, será mais fácil.
Por que estamos tão gordos?
Num tempo em que as formas esguias e os músculos esculpidos constituem
um avassalador padrão de beleza, o excesso de peso e a obesidade
transformaram-se na grande epidemia do planeta. Nos Estados Unidos, nada
menos de 97 milhões de pessoas (35% da população) estão acima do peso
normal. E, destas, 39 milhões (14% da população) pertencem à categoria
dos obesos. O problema de forma alguma se restringe aos países ricos.
Com todas as suas carências, o Brasil vai pelo mesmo caminho: 40% da
população (mais de 65 milhões de pessoas) estão com excesso de peso e
10% dos adultos (cerca de 10 milhões) são obesos. A tendência é mais
acentuada entre as mulheres (12% a 13%) do que entre os homens (7% a
8%). E, por incrível que pareça, cresce mais rapidamente nos segmentos
de menor poder econômico.
O inimigo, desta vez, consiste num modelo de comportamento que pode ser
resumido em três palavras: sedentarismo, comilança e stress. Estamos
vivendo a era da globalização de um modo de vida baseado na inatividade
corporal frente às telas da TV e do computador, no consumo de alimentos
industrializados, cada vez mais gordurosos e açucarados, e num altíssimo
grau de tensão psicológica.
A "mcdonaldização"
Em ritmo acelerado e escala planetária, as culinárias tradicionais vão
sendo atropeladas pelo Fast-foods. E bilhões de seres humanos estão
migrando dos carboidratos para as gorduras.
As conseqüências dessa alimentação engordurada podem não ser inocentes.
Artérias entupidas e diabetes são apenas algumas das possíveis
conseqüências do excesso de peso. Mas, independentemente das
conseqüências, existe hoje uma unanimidade entre os médicos para se
considerar a própria obesidade como uma doença. E o que é pior: uma
doença crônica e incurável. Como a gordura precisa ser estocada no
organismo, todo obeso tem um aumento do número de células adiposas
(obesidade hiperplástica) ou um aumento do peso das células adiposas
(obesidade hipertrófica) ou uma combinação das duas coisas.
Esse é um dos fatores que faz com que, uma vez adquirida, a obesidade se
torne crônica. O indivíduo pode até emagrecer, mas vai ter que se cuidar
pelo resto da vida para não engordar de novo. É por isso também que, em
longo prazo, os regimes restritivos não resolvem. Com eles, a pessoa
emagrece rapidamente. Mas não conseguem suportar, por muito tempo, as
restrições impostas pelo regime. E volta a engordar. É o chamado "efeito
sanfona", o massacrante vai-e-vem do ponteiro da balança.
O primeiro passo: levantar da poltrona e mexer o corpo
O sedentarismo é a causa mais importante do excesso de peso e da
obesidade. Por esse simples motivo, a atividade física tem que ser o
primeiro item de qualquer programa realista de tratamento da doença. A
pessoa sedentária deve começar reeducando-se em suas atividades
cotidianas. Se ela mora em apartamento, por exemplo, pode utilizar as
escadas, em vez do elevador. Mesmo isso, porém, deve ser feito
gradativamente. A pessoa que mora no sétimo andar pode subir apenas um
lance de escada no primeiro dia e o restante de elevador. E ir
aumentando o esforço, dia após dia, até conseguir galgar todos os
andares.
A partir daí, abre-se espaço para uma atividade física sistemática. Mas
é preciso que seja uma atividade aeróbica (caminhada, esteira, corrida,
bicicleta, hidroginástica, natação, remo, dança, ginástica aeróbica de
baixo impacto etc.), com elevação da freqüência cardíaca a até 75% de
sua capacidade máxima.
Nessas condições, a primeira coisa que o organismo faz é lançar mão da
glicose, armazenada nos músculos sob a forma de glicogênio. Depois de
aproximadamente 30 minutos, quando o glicogênio se esgota, o organismo
começa a queimar gordura como fonte de energia.
As dietas restritivas devem ser evitadas. Até porque, exatamente pelo
fato de serem desbalanceadas, o organismo se defende espontaneamente
delas, fazendo com que, após um período de restrição, a pessoa coma
muito mais. O que o indivíduo precisa isto sim, é buscar uma mudança no
estilo de vida, pois os fatores comportamentais desempenham, de longe, o
papel mais importante no emagrecimento.
PATRÍCIA MATOS – NUTRICIONISTA |
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Nutrição e Qualidade de Vida
As
mudanças associadas com o envelhecimento geralmente começam assim que o
desenvolvimento de um subsistema particular do corpo esteja completo. Em
outras palavras, as pessoas não ficam em forma por 20 ou 30 anos e
repentinamente envelhecem. Pelo contrário, a perda de função é uniforme
até a oitava e nona décadas. As pessoas mais velhas estão perdendo
funções na mesma velocidade que as pessoas jovens.
Com o passar dos anos algumas partes são
afetadas e entre elas a pele, o tecido adiposo e massa magra (massa
livre de gordura). Entretanto, o aumento de pesquisas na área de
nutrição, doenças crônico-degenerativas (obesidade, diabetes,
hipertensão) e atividade física, têm mostrado que a boa saúde e forma
física dependem da nossa conscientização e da importância do nosso
estilo de vida, como reflexo de um envelhecimento natural e ao mesmo
tempo sadio.
Mais
o que fazer para se ter uma boa saúde e uma boa forma física, que
ajudariam a envelhecer com dignidade?
Primeiramente, uma alimentação equilibrada e atividade física praticada
regularmente, seriam as bases para uma boa saúde.
Os alimentos e a água são os melhores
remédios para a boa saúde. Alguns alimentos carregam verdadeiras armas
contra o câncer e doenças cardiovasculares, como é o caso das frutas e
vegetais, porém outros alimentos, se consumidos em excesso podem ser
verdadeiras armas a favor destas doenças, como os alimentos de origem
animal, ricos em gorduras saturadas (carnes gordas, manteiga, banha,
queijos gordos), além dos açúcares e gorduras. O indivíduo deve ter
consciência que o importante é modificar seu estilo de vida e,
conseqüentemente seus hábitos alimentares, lembrando que qualquer
processo de modificação deve ser gradativo e contínuo. É importante
ressaltar que não existe “dieta milagrosa”, para perder peso e manter a
saúde de forma saudável, em curto prazo. As mudanças devem objetivar o
envelhecimento com qualidade de vida, ou seja, com a preocupação não
sobre a quantidade de anos vividos, e sim com a qualidade com que estes
anos são vividos, hoje um privilégio de poucos.
Comer bem não é comer muito, é
comer de forma inteligente e saudável.
Saber
comer é meio caminho andado para uma vida saudável e um aspecto
elegante. Por isso mesmo, e pautando-se sempre pelo lema de que a beleza
começa dentro de nós, o primeiro passo dado é o de aprender a comer.
Todo o processo de saúde e beleza começa pela Reeducação Alimentar,
definida na Consulta de Nutrição, caso a caso, com apoio nos exames
bioquímicos e de composição corporal, além de Bioimpedância – método
utilizado para medir gordura corporal, massa magra e água no corpo.
A Reeducação Alimentar prescrita pela Dra. Patrícia – Nutricionista Pós
Graduada em OBESIDADE E EMAGRECIMENTO, não exige restrições sobre a
quantidade de comida que pode ingerir, já que o seu fundamento é
aconselhá-lo sobre nutrição, ensinando-o a combinar corretamente os
alimentos e adaptando esta Reeducação Alimentar a cada caso em
particular. Ou seja, não utiliza uma fórmula predefinida e universal,
mas sim um sistema personalizado que identifica aquilo que cada um
necessita e o que deve evitar.
Mais ainda, o objetivo real a alcançar através da reeducação alimentar
não é apenas perder peso:
é tornar duradouro o emagrecimento, sem recuperação de peso. Por isso,
não perca tempo: fique em forma e com a saúde em dia!
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Consulte um Nutricionista |
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