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Mandaçai na flor do cambotá
Todos os apicultores
tem que ter em mente que não devemos criar abelhas somente visando
lucros e sim pensando no reflorestamento, pois sabemos que os homens com
suas ambições esta acabando com a fauna e a flora de nosso planeta, é de
suma importância preocuparmos com o futuro de nosso planeta
Apiário vista completa na época de chuva

Comeia
de apis aberta com dois quadros de mel
colméia de apis com quadros abarrotados de mel
Meliponario em caixas de uruçus
Processo de desoperculação
Apicultor Sr. Maurício
Rangel:
Sou grato a Deus por ter
me concedido as abelhas, Comecei a cria abelhas em 2000, com três
colméias de apis, com orientação de um colega que já criava há 10 anos,
onde deu as primeiras coordenadas, orientando para fazer cursos, depois
mandei fabricar mais caixas, fiz diversos cursos de apicultura, viajando
para Ilhéus - Ba, Natal-RN e Aracajú e outros municípios no meu estado,
para se aperfeiçoar mais, logo depois também comecei criar abelhas sem
ferrão a chamadas melíponas nativas onde algumas delas só se adapta onde
eu crio no interior de Sergipe numa cidade chamado Lagarto, tenho me
dado muito bem com a florada onde as coloquei, pois alcanço um pedaço da
mata atlântica onde predomina as flores de Laranjeiras, pombo, candeia,
alecrim e outros, tendo também muito coqueiro que é um bom produtor de
pólen, entre essas espécies, que eu crio e tenho mel para
comercialização, é a apis que é uma grande produtora de mel, que chega a
produzir media de 40 Kilos/colméia/ano e a uruçú que produz 1
litro/colméia/ano, é pouco mais tenho para comercialização. Crio também
a mandaçaia a gatai e outras espécies melíferas.
Participo
de uma associação de apicultores denominada APIS 13, onde temos o selo
do SIE, e estamos em um projeto que futuramente vamos disponibilizar do
SIF, pois esta para ser construída uma casa de mel com inspeção federal
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